IBGE vê crescimento maior do PIB nos dois primeiros trimestres de 2017

Judith Bessette
Декабря 1, 2017

No primeiro trimestre de 2016, o PIB, conforme cálculos originais, cedeu 0,8% e caiu 2,9% em igual período do ano anterior.

Considerando apenas o trimestre de agosto a outubro, o índice de desemprego no Brasil é o maior da série história do IBGE, que teve início em 2012.

O rendimento médio (R$ 2.127) manteve-se estável em relação ao trimestre anterior e, também, em relação ao mesmo período de 2016.

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O PIB do segundo trimestre deste ano, que havia registrado alta de 0,3%, foi revisado para 0,4%. Na comparação com o trimestre anterior, a indústria teve alta de 0,8%, o consumo das famílias cresceu 1,2% e a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que sinaliza o nível dos investimentos, teve alta de 1,6%, nessa mesma comparação. "O que muda é que a ocupação está crescendo acima da expansão da população", disse. O índice é 0,6% menor do que o registrado nos três meses anteriores, mas 0,4% maior do que o alcançado no mesmo período de 2016. Frente ao mesmo período do ano passado, a alta foi de 4,2%.

Impulsionado pela queda da taxa de juros e pela recuperação do mercado de trabalho, o consumo das famílias subiu 1,2%, numa segunda alta seguida. Na comparação com o terceiro trimestre de 2016, o PIB da agropecuária revelou uma alta de 9,1%. Frente ao mesmo trimestre de 2016, o aumento foi de 4,2%.

O contributo da procura interna diminuiu ligeiramente no terceiro trimestre, face ao anterior, devido à redução do investimento, tendo o consumo privado aumentado (variação negativa no trimestre anterior).

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Houve um aumento de 2,9% no número de trabalhadores domésticos, o equivale a cerca de 177 mil novos postos de trabalho no trimestre.

O setor agropecuário, como era de se esperar pela sazonalidade da atividade (muito concentrada no início do ano), registrou queda de 0,3% no terceiro trimestre, ante o segundo. No total, a categoria inclui 6,3 milhões de pessoas.

Cimar Azeredo concluiu explicando que "quando o trabalho doméstico sobe pela formalização é positivo. No entanto, na conjuntura atual, as pessoas estão buscando trabalho doméstico, na maioria das vezes sem carteira, por falta de espaço na economia formal", analisou Azeredo. Quando comparado ao trimestre imediatamente anterior, de maio a julho, o recuo foi de 0,6 ponto (12,8%).

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