Lula lidera com folga, Bolsonaro aparece em segundo — Datafolha

Patrice Gainsbourg
Dezembro 2, 2017

Os cenários do levantamento foram alterados e, por isso, só é possível fazer comparações com pesquisas anteriores nas simulações de intenções de voto espontâneo no primeiro turno e estimuladas sobre prováveis segundos turnos. Apesar da movimentação da acriana, Lula e Bolsonaro seguem disparados na nova pesquisa de intenção de votos do Datafolha, divulgada poucas horas depois do anúncio de Marina.

Ainda segundo o instituto, Lula ganharia o segundo turno em todos os cenários em que aparece como candidato. Não souberam afirmar em que candidato votariam 46% das pessoas e 19% responderam "ninguém". No primeiro cenário, que também não conta com Marina Silva, o ex-militar teria 21% das intenções de voto, seguido por Ciro Gomes, que aparece com 12%. Bolsonaro aparece em segundo lugar, com 17%, e Marina em terceiro, com 9%, tecnicamente empatada com Ciro Gomes (PDT), e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). O ex-ministro do Supremo Joaquim Barbosa (sem partido) alcançou 5%. As intenções de voto em branco e nulo chegam a 12%. Os demais candidatos têm desempenho semelhante. Marina Silva (Rede) aparece numericamente acima do pelotão encabeçado por Alckmin e Ciro, mas tecnicamente empatada com ambos. Logo em seguida aparecem Joaquim Barbosa (5%), Alvaro Dias (3%), Manuela D'Ávila (1%), Michel Temer (1%), Henrique Meirelles (1%), e Paulo Rabello de Castro (1%). Manuela D'ávila (PCdoB) tem 1%, assim como o ministro da Fazenda Henrique Meirelles. Ele ampliou em quatro pontos percentuais sua vantagem, em relação à pesquisa feita no fim de setembro. O instituto conduziu 2.765 entrevistas entre 29 e 30 de novembro, em 192 cidades. Bolsonaro aparece com metade disso, 17%, o que representa oito pontos percentuais a mais do que Marina, que por sua vez está três pontos à frente de Geraldo Alckmin. Bolsonaro, por sua vez, tem maior adesão entre eleitores homens, jovens e com renda maior.

Ex-conselheiro de Trump se declara culpado
Os contatos entre Flynn e Kislyak ocorreram quando o primeiro já havia sido selecionado por Trump para o posto de conselheiro. Aceito toda a responsabilidade pelas minhas ações".

Segundo a "Folha de S. Paulo", não houve mudança quanto ao perfil do eleitorado dos dois principais possíveis candidatos.

A única saída para o Brasil é o Aeroporto internacional mais próximo. Todas as opções são ruins.

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