Rede lança Marina Silva como pré-candidata à Presidência em 2018

Patrice Gainsbourg
Dezembro 2, 2017

Diante da movimentação antecipada dos prováveis concorrentes, a Rede pressiona para que a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva anuncie o mais breve possível sua pretensão de disputar a Presidência em 2018.

Num encontro realizado hoje em Brasília, a dirigente do partido REDE Sustentabilidade confirmou querer disputar, pela terceira vez, a Presidência brasileira.

Marina ficou em terceiro lugar nas duas últimas eleições presidenciais. "Disse a ele que teria sido um grande presente para Dilma se a gente tivesse ganhado a eleição de 2014", afirmou a pré-candidata, que durante o processo de impeachment foi criticada por sua postura dúbia e pouco assertiva.

Após a tragédia do acidente de avião que matou o candidato socialista, Marina assumiu a cabeça da chapa, aparecendo em primeiro lugar nas pesquisas divulgadas semanas depois da morte de Campos.

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A Seleção Brasileira estreará em um domingo, encerrando a expectativa de quem contava com a partida para matar um dia de trabalho. Na campanha do pentacampeonato da Seleção Brasileira, em 2002, os costarriquenhos apareceram no caminho na fase de grupos.

"Precisamos dar um sabático de quatro anos para que PT, PSDB e PMDB possam revisitar seus estatutos e programas, reencontrar com as pessoas, olhar na cara daqueles que perderam seus empregos e a esperança e se reinventar", disse Marina segundo o Congresso em Foco. O compromisso e o senso de responsabilidade, sem querer ser a dona da verdade, me convoca para esse momento. O anúncio aconteceu em evento da Rede na tarde deste sábado (2), em Brasília. Quando a versão de Agora é Aécio tocou, entretanto, a pré-candidata já havia deixado o local.

Marina colocou que os partidos políticos responsáveis pela crise política devem ser punidos nas urnas. Com isso, a ex-ministra tenta dirimir a principal crítica interna da qual é alvo: a de que é centralizadora das decisões da legenda. Na primeira ocasião, ela foi candidata pelo PV e recebeu 19,6 milhões de votos, 19,33% do total.

"Quem tem de pagar com a Justiça paga, que pague, ninguém está acima da lei". Fala em impostos progressivos - ideia claramente inspirada no economista francês Thomas Piketty, que já defendeu um imposto universal - e no estado como o "indutor da economia".

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