Distinção de Jerusalém como capital de Israel prejudica paz — Palestina

Patrice Gainsbourg
Декабря 4, 2017

Abbas advertiu os interlocutores sobre "as consequências" de qualquer decisão nesse sentido, que "ameaçaria o processo político e os esforços pela paz" na região. Trump deve decidir na segunda-feira se adia ou não por mais seis meses os planos de trasladar a embaixada americana de Tel Aviv a Jerusalém.

No entanto, em uma incomum aparição pública no domingo, Kushner, de 36 anos e chefe da pequena equipe negociadora da Casa Branca, fez deu um tom otimista às suas gestões para chegar a um acordo entre israelenses e palestinos.

Trump deverá assinar ou não esta cláusula na próxima segunda-feira (4), segundo o Departamento de Estado, que, na sexta-feira (1º), afirmou que nenhuma decisão não havia sido tomada a respeito.

Kushner disse hoje que o presidente está "analisando vários fatos" antes do anúncio sobre o assunto esperado para esta semana.

Embora o Congresso dos EUA tenha ratificado em 1995 a lei que obriga a transferência para Jerusalém da embaixada americana de Israel, diferentes presidente abstiveram-se de implementá-la.

No entanto, diplomatas e observadores esperam que na quarta-feira Trump diga em um discurso que apoia o direito de Israel a considerar Jerusalém sua capital.

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Autoridades norte-americanas disseram na semana passada que Trump está pronto para reconhecer Jerusalém como a capital de Israel, em um movimento que iria contra as políticas praticadas por décadas pelos EUA, mas também rejeitou a mudança da embaixada de Tel Aviv.

- É infeliz que alguns insistam em dar este passos, sem importar-se com o perigo que implica para a estabilidade no Oriente Médio e no mundo inteiro - afirmou Abul Gheit.

"Nós acreditamos que este passo americano, caso ele ocorra, irá colocar a região em um novo curso e uma nova fase cujos resultados não podem ser controlados", disse Rdeneh. Outras fontes anônimas em Washington apontam que a transferência para a Embaixada poderia ser adiada, o que não significa adiar o reconhecimento de Jerusalém como a capital, segundo The Chicago Tribune.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, falou neste fórum por videoconferência e também se referiu às possibilidades de reconciliação na região.

Os países árabes estão contra esta decisão sobre Jerusalém, que é considerada uma cidade sagrada para três religiões: o cristianismo, o judaísmo e o islamismo.

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