O "deslize" de Dijsselbloem

Oceane Deschanel
Декабря 4, 2017

Centeno referiu que este "é um dia importante para o Eurogrupo" porque vão "eleger um novo presidente que terá uma responsabilidade significativa, dado o facto de estarmos a iniciar um novo ciclo político em muitos países da Europa".

"Sou presidente até dia 12 de janeiro e Mário Centeno [assumirá o cargo] a 13", disse Dijsselbloem aos jornalistas, à entrada para a reunião do Eurogrupo em que será eleito o próximo presidente do fórum dos ministros das Finanças da zona euro. O voto será secreto e o candidato que primeiro receber 10 votos ganha o escrutínio.

O único candidato liberal, Pierre Gramegna do Luxemburgo, estaria bem posicionado para vencer a corrida, no sentido em que são os liberais que mais se têm empenhado em exercer o poder nos cargos cimeiros da União Europeia.

"Apresentámo-nos sempre numa posição de construção e de credibilização do País".

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Nos meandros das negociações políticas que parecem acompanhar a corrida à presidência do Eurogrupo, o ministro das Finanças socialista da Eslováquia, Peter Kažimír, decidiu também avançar, de modo um tanto inesperado, ameaçando retirar o apoio de Centeno. São colegas com os quais mantivemos uma relação muito fraca, muito aberta.

O ainda presidente do Eurogrupo, Jeoron Dijsselbloem, teve um deslize em que admitiu que o substituto no cargo será o ministro das Finanças, Mário Centeno.

O líder do SPD, Martin Schulz, bem como o Presidente francês Emmanuel Macron, partilham o desejo de reforma da zona euro e veem em Centeno uma pessoa capaz de levar avante essa missão.

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