Autópsia de Chester Bennington acusa presença de álcool e drogas

Rebecca Barbier
Dezembro 6, 2017

A autópsia ao corpo de Chester Bennington, dos Linkin Park, revelou a presença de drogas e de álcool no seu corpo aquando da morte. Segundo informações divulgadas pelo "TMZ", havia pequenos vestígios de álcool no organismo do vocalista da banda Linkin Park, que morreu após se enforcar no quarto de um hotel em Los Angeles, na Califórnia. Estes resultados indicam que o artista não estava sob o efeito de drogas quando se suicidou em 20 de julho deste ano, aos 41 anos. No entanto, de acordo com a USA Today, um teste de espectrômetro de massa, que é usado para encontrar medicamentos específicos e suas quantidades exatas, não conseguiu detectar a droga na amostra de urina, onde os componentes permanecem por um longo período de tempo.

Outro detalhe importante dá conta que foram encontrados pedaços de unhas de Bennington por baixo do celular e ainda em cima da mesa. Segundo autoridades policiais, Talinda, mulher do cantor, disse que ele fazia isso com as unhas quando estava ansioso.

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Analistas avaliaram o número como positivo, porque o crescimento foi generalizado e com alta nos investimentos. Para a indústria, a expectativa do mercado é de crescimento da produção, após dois anos seguidos de retração.

A esposa de Chester, Talinda, informou à polícia que Bennington já havia tomado antidepressivos no passado, mas que o tratamento não durou mais de um ano.

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