Justiça argentina ordena detenção da ex-Presidente Cristina Kirchner

Patrice Gainsbourg
Dezembro 7, 2017

Um juiz federal ordenou a prisão da ex-presidente Cristina Kirchner.

Para perder a imunidade, Cristina, que assumiu mandato de senadora na semana passada, deve passar por processo no Senado, o que requer pedido do governo de Mauricio Macri para convocação de sessão legislativa extraordinária com este propósito ou o retorno das sessões ordinárias, em março.

Cristina Kirchner sucedeu ao marido, Nestor Kirchener na presidência da Argentina. Com a prisão pedida por dois juízes, ele se entregou à polícia.

Itaú Unibanco reduz juros, acompanhando anúncio do Copom
Por outro lado, quando o Banco Central reduz os juros , a tendência é baratear o crédito e incentivar a produção e o consumo. Em pesquisa Reuters, 52 de 53 economistas esperavam que o Copom reduzisse os juros em 0,50 ponto percentual.

Com relação ao mesmo caso, foi preso em sua casa em Río Gallegos, na Província de Santa Cruz, o ex-secretário de Assuntos Jurídicos e Técnicos da ex-presidente, Carlos Zannini, considerado braço-direito dos Kirchner.

"Não tivemos nenhum outro propósito ao assinar o Memorando de Entendimento além de conseguir um avanço mediante a tomada de declarações dos acusados iranianos, única forma de a investigação em curso sair do ponto morto em que se encontra", expressou Cristina em um escrito apresentado a Bonadio.

Após a morte do procurador, sua denúncia foi arquivada, mas o caso foi reaberto no final de 2016 e posteriormente anexado a outro por suposta traição à pátria, também com eixo no polêmico acordo, que está nas mãos de Bonadio. A milícia libanesa é aliada do governo iraniano, ambos xiitas. O objetivo desta perseguição judicial é assustar os dirigentes da oposição no Parlamento. "Querem um Parlamento submisso", disse Cristina ao deixar o tribunal, em outubro.

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