Cliente mata segurança em discoteca de Lisboa. PJ investiga

Patrice Gainsbourg
Dezembro 10, 2017

Um jovem de 17 anos, suspeito da morte de um segurança da discoteca Barrio Latino, em Lisboa, foi detido este sábado.

A autarquia relembra que o fez aquando do encerramento da discoteca Urban por decisão do Ministério da Administração Interna, estabelecimento próximo do Barrio Latino e que esteve envolto em polémica há cerca de um mês por agressões de seguranças a dois jovens nas imediações do espaço.

O segurança foi morto a tiro, com um tiro na cabeça, na sexta-feira, no final do turno à porta da discoteca.

O caso está agora entregue à Polícia Judiciária, tendo a PSP recolhido as provas no local e identificado as pessoas que acompanharam o segurança ao Hospital de S. José.

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Guterres ainda clamou para que as autoridades do Congo investiguem o incidente e levem os responsáveis rapidamente à Justiça. Fundada em 2010, a Monusco, a maior missão de paz das Nações Unidas, registou 93 mortes de militares, policias e civis.

De acordo com o Comando da PSP, foi atingido na cabeça por um dos frequentadores da discoteca Barrio Latino, na zona portuária de Santos, na capital, que tinha sido expulso da discoteca depois de desacatos no interior.

A vítima do disparo era um segurança privado de 42 anos.

O suspeito entregou-se e confessou o crime à Polícia Judiciária na tarde deste sábado, avança do "Diário de Notícias".

Recorde-se que, segundo a PSP, o autor dos disparos terá sido um frequentador que foi expluso do espaço de diversão noturna.

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