Rússia finalizou 'ciclo ativo' na Síria — Especialista

Patrice Gainsbourg
Dezembro 11, 2017

Ele agradeceu os militares e disse que a Rússia nunca esquecerá as vítimas e perdas sofridas na luta contra o terrorismo na Síria e na Rússia.

- Em quase dois anos, as Forças Armas russas, em colaboração com o Exército sírio, destruíram em grande parte os terroristas internacionais.

O presidente russo anunciou às tropas na Síria que vai ordenar a retirada progressiva das forças russas daquele país.

A visita de Putin à base de Hmeimim marca a primeira viagem de Putin à Síria, numa altura em que as forças governamentais retomaram o controlo da maioria do território sírio com apoio da Rússia e a reunião entre os dois presidentes pode reforçar os laços entre os países. "Portanto, tomei a decisão de retornar à Rússia parte considerável do contingente militar presente na Síria", reforçou o Presidente russo, que considera que o objetivo principal, combater os terroristas, foi conseguido e "resolvido espetacularmente".

Putin anunciou a retirada de "uma parte significativa" do contingente russo na Síria, mas confirmou que a Rússia manterá de "forma permanente" sua base aérea em Hemeimeem, bem como sua base naval no porto de Tartus, no litoral sírio do Mar mediterrâneo. Em março de 2016, o presidente russo já havia declarado que planejava retirar a maioria das tropas russas.

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"A Síria foi preservada como um Estado soberano e independente", disse ele, agradecendo aos soldados por seu trabalho.

"Dei ordens ao ministro da Defesa e a responsáveis militares para que as tropas que se encontram na Síria comecem a regressar à base".

As declarações do Presidente russo foram divulgadas várias horas após a realização do discurso, quando a televisão russa Rossia 24 mostrava já o avião presidencial no Cairo, onde Vladimir Putin era esperado pelo Presidente egípcio, Abdel Fatah al-Sisi. A ordem foi dada durante uma visita a uma base russa no noroeste do país. Sem dúvida, há uma explicação militar para tomada desta decisão: "praticamente não há grandes territórios que não sejam controlados pelo governo sírio ou por forças amigáveis dos enclaves, com exceção dos curdos".

Oficialmente, cerca de quarenta soldados russos morreram na Síria desde o início da intervenção, em 30 de setembro de 2015.

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