Vendas de informática e comunicação cresceram 3,4% em outubro — IBGE

Judith Bessette
Dezembro 14, 2017

No entanto, as taxas acumuladas seguem negativas em -0,6% no ano e -1,4% nos últimos 12 meses.

"Móveis e eletrodomésticos têm uma demanda muito deprimida do passado".

As vendas no varejo ampliado, que inclui veículos e material de construção, tiveram recuo de 1,4 por cento, com as vendas de Veículos, motos, partes e peças tendo queda de 1,9 por cento e Material de construção caindo 1 por cento.

"É uma melhora motivada pelo ganho de renda das famílias, que podem fazer reformas em seus domicílios". Os dados são do segundo Prognóstico para a Safra Agrícola divulgado nesta terça-feira, 12, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O aumento no prognóstico da safra 2018 de algodão reflete principalmente o desempenho das lavouras na Bahia, segundo maior produtor nacional e que deve participar com 22,8% do total a ser colhido no próximo ano.

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No decorrer dos 10 primeiros meses de 2017, o comércio varejista do Estado acumulou crescimento de 4,9% nas vendas, ante retração acumulada de 9,1% nas vendas no mesmo período de 2016.

No primeiro semestre, houve uma supersafra de alimentos, o que explica a pressão deflacionária sobre os preços que vem sendo observada.

Em todo o País, o volume de vendas do comércio varejista teve queda de 0,9% de setembro para outubro deste ano, segundo o IBGE.

Outro destaque negativo na comparação anual é o segmento de livros, jornais, revistas e papelaria, cujas vendas recuaram 2,8% sobre outubro de 2016.

Nos outros tipos de comparação temporal, o varejo ampliado teve os seguintes resultados: média móvel trimestral (-0,2%), comparação com outubro de 2016 (7,5%), acumulado do ano (3,2%) e acumulado de 12 meses (1,4%). "E supermercados e artigos farmacêuticos são duas atividades básicas", justificou Isabella Nunes, gerente na Coordenação de Serviços e Comércio do IBGE. Foi o pior outubro desde 2008, quando o setor registrou queda de 1%.

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