ONU adverte sobre risco de guerra na Coreia do Norte

Oceane Deschanel
Dezembro 15, 2017

A Coreia do Norte advertiu nesta quinta-feira que irá tomar medidas "impiedosas de autodefesa" se os Estados Unidos impuserem um bloqueio naval, que Pyongyang vê como "um ato de guerra", informou a mídia estatal norte-coreana.

Xi se pronunciou durante visita do presidente sul-coreano, Moon Jae-in, apenas alguns dias depois que o secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, disse estar disposto a iniciar conversas com a Coreia do Norte sem precondições. No entanto, esta formulação consta em seu projeto de discurso distribuído previamente aos jornalistas.

"Se os Estados Unidos e os seus seguidores tentarem provocar um bloqueio naval contra o nosso país, veremos isso como um ato de guerra e vamos responder com medidas auto-defensivas implacáveis, como temos avisado repetidamente", disse um porta-voz do ministro dos Negócios Estrangeiros norte-coreano através da agência de informação KCNA.
Em setembro, o secretário de Estado afirmou estar buscando o diálogo com Pyongyang, mas Trump afirmou que ele estava perdendo tempo.

A desautorização a Rex Tillerson ganhou eco na imprensa norte-americana, não só por se tratar da segunda sobre o mesmo tema, mas também porque oferece mais estofo aos alegados planos de Donald Trump para substituir o texano pelo atual diretor da CIA, Mike Pompeo. Depois, porém, a Casa Branca deu declarações distintas.

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Moscovo e Pequim até tinham recebido com agrado a oferta de Tillerson, mas em Washington, tal como Nauert reforçou, a estratégia para Pyongyang continuará a ser a da prossecução de uma "campanha de pressão máxima", com o intuito de isolar diplomaticamente e economicamente o regime de Kim.

A unidade do Conselho de Segurança é essencial, mas também é crucial deixar a possibilidade de contatos diplomáticos que permitam que a desnuclearização aconteça de forma pacífica, completou.

Na terça-feira, o primeiro-ministro tailandês, Prayuth Chan-ocha, disse que não existe comércio entre sua nação e a Coreia do Norte e que a Tailândia vem cumprindo as resoluções da Organização das Nações Unidas (ONU) referentes ao regime norte-coreano.

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