Rebelião deixa mortos e feridos em presídio de Aparecida de Goiânia

Oceane Deschanel
Janeiro 2, 2018

Incêndio na unidade. Em nota, a assessoria da Superintendência Executiva de Administração Penitenciária (Seap) informou que a rebelião foi provocada depois que presos da ala C invadiram a ala B, onde ficam detentos rivais. Celas da unidade prisional ficaram destruídas. Acionado, o Corpo de Bombeiros conteve o fogo.

Fuga de detentos. Alves afirmou ainda que houve fuga de presos, mas não sabe precisar quando ao total. Destes, 29 foram recapturados. Outros 127 apenados também saíram da unidade durante a confusão, mas retornaram quando a situação foi controlada.

O Grupo de Radiopatrulha Aérea (GRAer) da PM também atua para conter possíveis fugas e tentar recapturar foragidos.

Familiares dos detentos estão na porta do presídio à espera de informações.

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O campeão do ano passado foi o colombiano Miguel Borja , então no Atlético Nacional, que viveu ano ruim no Palmeiras . Já Renato Gaúcho ficou na quarta colocação e não conseguiu ficar entre os três melhores treinadores de 2017.

Os feridos foram encaminhados para o Hospital de Urgências de Aparecida de Goiânia (Huapa). A Polícia Militar foi acionada e em apoio ao Gope conseguiu a liberação do refém. O número de presos no sistema penitenciário brasileiro somou 726.712 em junho de 2016, segundo o Ministério da Justiça. Os responsáveis pelo tumulto foram autuados na Delegacia da Polícia Civil da cidade.

Um dos nove mortos na rebelião foi decapitado, informaram os meios de comunicação, trazendo à memória nacional a rebelião ocorrida há um ano no Amazonas, na qual morreram 56 pessoas, das quais várias foram decapitadas e jogadas sobre os muros da prisão. "Hoje tínhamos somente quatro agentes para cuidar de 1.200 presos quando aconteceu o motim no semiaberto, e agora, no final da tarde, o governo anuncia que liberou hora extra para seis plantões, mas aí eu pergunto, porque não fizeram isso antes"?, questionou. E, no dia 6, uma rebelião em Roraira deixou 33 mortos.

No Rio Grande do Norte, 26 detentos foram mortos no dia 14. A rebelião durou 13 dias. Os nomes dos presos mortos e feridos não foram divulgados.

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