Presídio de rebelião passará por vistoria nesta quarta-feira — GO

Oceane Deschanel
Janeiro 5, 2018

A DPE-GO destaca uma série de fatores que contribuem para a crescente tensão na unidade do Regime Semiaberto. Por volta das 7h, a polícia controlou a situação e começou um procedimento de revista na unidade.

Noventa e nove presos continuavam foragidos nesta terça-feira (2) depois da brutal rebelião que começou no primeiro dia de 2018 em uma prisão de Goiás deixando nove mortos, todos carbonizados e dois deles também decapitados, assim como nove feridos, informaram as autoridades.

Houve, ainda segundo a nota oficial, tentativa de explosão de uma granada e troca de tiros.

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Bannon é citado num novo livro, a que o jornal Guardian teve acesso, com revelações que classifica como explosivas . " Steve Bannon nada tem a ver comigo ou com a minha presidência".

Os defensores públicos do estado de Goiás visitam semanalmente as unidades do Complexo Prisional, tendo um diálogo contínuo com membros do Judiciário (TJ-GO), Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) e Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP).

O presidente do Tribunal de Justiça de Goiás, desembargador Gilberto Marques Filho, realizou vistoria no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia na manhã dessa quarta-feira (03). Com isso, ela resgata sua agenda de inspeções em unidades prisionais pelo país. Na movimentação, mais de 200 presos fugiram.

Na noite de quinta-feira, os presos fizeram uma nova rebelião. Porém, a intervenção da polícia impediu que houvesse mortos e feridos. Um detento conseguiu fugir durante a confusão. O secretário de Segurança Pública e Administração Penitenciária de Goiás, Ricardo Balestreri, disse que os presídios do estado são comandados por facções criminosas do Rio e de São Paulo. Ele atribuiu a primeira rebelião no Complexo Prisional a uma briga entre os grupos criminosos. Além de Perillo, outros seis governadores assinaram o documento: Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Rondônia e Maranhão.

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