Conselho de Segurança da ONU condena atentado em Cabul

Patrice Gainsbourg
Janeiro 6, 2018

Um novo balanço oficial elevou de 11 para 13 o número de polícias mortos num atentado suicida perpetrado na capital do Afeganistão, Cabul, e, entretanto, reivindicado pelo autodenominado Estado Islâmico (Daesh).

Wahid Majroh, porta-voz do Ministério de Saúde Pública, disse que 11 mortos e 25 feridos haviam sido levados para hospitais municipais após a explosão em um área da cidade não muito longe da embaixada dos Estados Unidos e de outras missões estrangeiras.

"As ambulâncias continuam a trabalhar", referiu.

O porta-voz da Polícia de Cabul, Basir Mujahid, indicou que o suicida tinha como alvo agentes da polícia, cinco dos quais perderam a vida e outros onze ficaram feridos.

Mujahid explicou que "o agressor suicida estava a pé, levava um colete cheio de explosivos e o detonou contra os policiais que acompanhavam a manifestação".

Roberto Jefferson emplaca a filha como ministra do Trabalho
Após Ronaldo Nogueira pedir demissão do cargo, na semana passada, o PTB indicou o deputado Pedro Fernandes (MA) para a vaga. A medida impediria, por exemplo, nova candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Palácio do Planalto.

Em imagens da emissora de notícias afegã Tolo News viam-se homens, aparentemente comerciantes, negando que fizessem contrabando com bebidas alcoólicas.

O presidente Ashraf Ghani condenou o que chamou de ataque bárbaro e ordenou uma investigação, segundo um comunicado do Palácio presidencial.

Segundo as autoridades, o atentado foi cometido por volta das 20h45 locais (14h15 em Brasília), nesse bairro da zona leste de Cabul, enquanto acontecia uma pequena manifestação de moradores da capital.

O atentado ainda não foi reivindicado por qualquer grupo rebelde.

Outros relatórios LazerEsportes

Discuta este artigo

SIGA O NOSSO JORNAL