Advogados trabalhistas tentam barrar posse de filha de Jefferson

Patrice Gainsbourg
Janeiro 8, 2018

A ação popular tem como motivação o fato de a ministra ter sido processada e condenada, na Justiça do Trabalho, a pagar indenização a ex-funcionários que trabalharam como motoristas.

Eles fazem parte do Movimento dos Advogados Trabalhistas Independentes (Miti) e, entre eles está o advogado Carlos Alberto Patrício de Souza, que defende um dos motoristas que processou Cristiane Brasil.

Leonardo Eugênio de Almeida Moreira disse à Justiça que trabalhou por um ano e meio como motorista da família de Cristiane Brasil, sem registro na carteira de trabalho.

Do total, nove das 10 parcelas de R$ 1,4 mil foram quitadas por Vera Lúcia de Azevedo, funcionária de Cristiane Brasil na Câmara dos Deputados.

"Cabe à ministra esclarecer os motivos pelos quais uma assessora parlamentar efetua o pagamento, cuja devedora é a própria ministra", cobrou. Em um primeiro momento, a defesa da ministra chegou a negar a relação trabalhista. "Fiquei indignado. A pessoa não garante os direitos de quem trabalha para ela, como vai garantir o direito de todos os trabalhadores?".

Progressistas realizam ato de nova filiações de Prefeitos do Piauí
Segundo dados do Ministério das Cidades, serão destinados R$ 24,12 milhões para obras de infraestrutura nos quatro municípios. Em seguida, Alexandre Baldy participa de evento de filiação de mais cinco prefeitos do Piauí ao Progressistas .

Na semana passada, o Sindicato dos Advogados do Rio manifestou "indignação e repúdio" à nomeação de Cristiane Brasil para o Ministério do Trabalho do governo.

O outro motorista que entrou com ação contra Cristiane foi Fernando Fernandes Dias. O reportagem confirmou que Vera Lúcia é funcionária do gabinete de Cristiane Brasil.

Outro lado. Em nota, Cristiane diz que contestou as acusações por entendê-las injustas, frisando, porém, que respeita a decisão. Além disso, ela "entendeu que o dever de garantir o cumprimento do acordado em termos de pontualidade nos pagamentos" cabia à assessora. Atualmente, Carolina é diretora-geral do Arquivo Nacional, por indicação da futura ministra.

"Assim, por estar representando a deputada e por mera questão de praticidade, cadastrou a despesa na sua conta pessoal para transferência automática a fim de evitar quaisquer atrasos".

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