A caminho da Argentina, Lucas Pratto deixa o São Paulo

Vincent De Villiers
Janeiro 9, 2018

Em 11 meses no São Paulo, Pratto foi considerado grande estrela, nomeado capitão, considerado exemplo pelos dirigentes e usado até como argumento do presidente Carlos Augusto de Barros e Silva para justificar a demissão do então técnico Rogério Ceni -o atacante, inclusive, se culpava por não ter conseguido ajudar o ídolo a se manter no cargo.

O bom futebol apresentado no Brasil fez com que o atleta fosse convocado para a seleção argentina. Eu começaria meu quarto ano no Brasil, mas minha filha não quer que eu fique longe.

A informação do São Paulo nos bastidores é que, dos 11,5 milhões euros, o clube receberá 8,5 milhões de euros (R$ 32,90 milhões). O São Paulo fez todo esforço que podia para eu ficar, e agradeço. Não jogaria em nenhum outro clube do Brasil. Falei para a diretoria que, se o River não atendesse os valores, eu ficaria feliz. Deixo dinheiro aqui, é uma questão pessoal. Não sou mercenário como ouvi falarem. "Minha desculpa, e que é a verdade, é que minha filha precisa de mim", disse. Quem não entender isso, paciência. O São Paulo agradece e destaca o profissionalismo do atleta, que nunca deixou o compromisso de lado no período em que defendeu o time.

O São Paulo e o River Plate, da Argentina, chegaram a um acordo pelo atacante Lucas Pratto.

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Antes mesmo de anunciar a venda, o clube tricolor se mexeu para repor a perda e confirmou a contratação de Diego Souza junto ao Sport neste domingo.

No segundo dia de atividades abertas na temporada, o São Paulo viveu mais uma despedida.

O São Paulo tinha apenas 50% dos direitos econômicos do atacante, mas, segundo o GloboEsporte, cláusulas na assinatura do contrato devem fazer com que o clube tricolor receba quase 74% do valor, cerca de R$ 33 milhões. Ficou definido ainda uma cláusula que dá preferência ao São Paulo em um eventual retorno após o fim do contrato com o River. E eu vou dar preferencia ao São Paulo, que fez muito para me trazer em 2017 e me entendeu agora. Agradeço ao clube, à torcida, a meus companheiros e à imprensa por ter paciência no ano passado quando não queríamos falar.

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