Em visita à China, Macron busca parceria para mudanças climáticas

Patrice Gainsbourg
Janeiro 10, 2018

Na China sê chinês.

Invocando a necessidade de uma coliderança franco-chinesa neste domínio, Emmanuel Macron anunciou para 2018-2019 a organização de um "ano franco-chinês da transição ecológica", durante um discurso realizado em Xian, naquela que foi a primeira etapa da visita oficial de três dias.

A chancelaria francesa chamou o presente de "um gesto sem precedentes na diplomacia" e uma maneira de retribuir a admiração expressada pelo líder chinês pela cavalaria que o escoltou durante sua visita à Paris em 2014, de acordo com a agência Reuters.

Macron reconheceu que a China tem "uma vantagem extrema" no desenvolvimento da IA, devido ao seu "imenso mercado doméstico", ressalvando que esta deve ser usada para o "equilíbrio e desenvolvimento da sociedade".

O animal de 8 anos passou por rígidos controles sanitários e é um "símbolo da excelência francesa", afirma o Palácio do Eliseu.

Após problemas em PCs AMD, Microsoft suspende patches contra Meltdown
A AMD e a Microsoft estão trabalhando em uma atualização para resolver o problema e esperam que ele comece a ser distribuída novamente para estes impactados em breve.

França e China assinaram ontem "um memorando para um acordo comercial" sobre a construção de uma fábrica de tratamento de combustíveis nucleares usados, um negócio de grande importância para o grupo francês Areva.

Durante a visita, Macron defendeu uma "cooperação equilibrada" entre ambos os países e uma abertura de ambas as partes.

O presidente francês defendeu, contudo, que a UE deve definir quais os sectores económicos que são estratégicos para a sua soberania e fechá-los ao investimento estrangeiro. "Aceitamos investimentos a longo prazo, não os investimentos de pilhagem", disse o ministro das Finanças francês, Bruno Le Maire, em termos considerados pouco diplomáticos. Problemas semelhantes ocorreram noutros países, como a Austrália ou os Estados Unidos.

Sobre a UE e a China, Macron pediu, por isso, que os europeus falem a uma só voz com Pequim. No final do segundo dia de visita, Macron prometeu voltar pelo menos uma vez por ano à China.

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