Gustavo Scarpa entra na Justiça antes do Fluminense quitar os salários atrasados

Vincent De Villiers
Janeiro 12, 2018

Até então, o Fluminense segue esperando a reapresentação de Gustavo Scarpa no CT Pedro Antonio.

Após negar o pedido a rescisão contratual indireta de Gustavo Scarpa com o Fluminense, a juíza Dalva Macedo, da 70ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, pediu à Secretária para verificar "a possibilidade de antecipação da data da audiência, tendo em vista a urgência da medida pleiteada".

Antes do acerto de contas, no entanto, o meia já havia acionado o clube na Justiça.

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Segundo a Lei Pelé, "a entidade de prática desportiva empregadora que estiver com pagamento de salário ou de contrato de direito de imagem de atleta profissional em atraso, no todo ou em parte, por período igual ou superior a três meses, terá o contrato especial de trabalho desportivo daquele atleta rescindido". Além disso, o atleta alega no documento que o Fluminense deve o salário de novembro e os 13.º salários e férias de 2016 e 2017. Além disso, o portal eletrônico ficou fora do ar. Isso se deve à demora da Justiça para conceder um parecer a favor do jogador para que fique livre no mercado e possa negociar livremente com outro clube, ou atrasar a liberação favorável ao atleta.

Na entrevista, o vice-presidente jurídico não escondeu a decepção com a ação movida por Gustavo Scarpa, formado nas categorias de base do Fluminense. Na delegação, a camisa 10 ficou vaga.

O Tricolor das Laranjeiras queria emprestá-lo por um ano, e já tinha acerto com o clube paulista, mas o atleta queria o empréstimo por duas temporadas, retornando ao Fluminense apenas no fim de 2019. Para isso, queria o fim imediato do vínculo com o Flu - válido até setembro de 2020.

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