R$ 130 bilhões no caixa do Tesouro

Judith Bessette
Janeiro 12, 2018

Segundo o diretor, a entrada em vigor da TLP, em substituição à TJLP, obrigou o banco a fazer uma série de mudanças em suas políticas operacionais. As novas premissas têm como base a inclusão da Taxa de Longo Pazo (TLP) como referencial dos financiamentos e que está convergindo com a Selic.

A partir de agora, praticamente não haverá mais essa barreira, a não ser para linhas de capital de giro direto cuja restrição continua em até 5 por cento. "Se comprarmos 100 por cento (das debêntures) vamos precificar a uma taxa mais alta.quanto menos debêntures menor será a taxa de financiamento do BNDES para debênture", disse Costa. Em 2014, somaram R$ 187,8 bilhões. Agora para empresas menores será diferente. No caso da linha Finame para bens de capital comprados por grandes empresas e voltados para produção, a participação do banco também subiu de 80 para 100 por cento.

Outra medida adotada BNDES, em um ano de eleições presidenciais, e, com a possibilidade do próprio presidente do banco de fomento ser um dos candidatos no pleito, foi elevar os percentuais de financiamento do banco para empresas dos mais diversos portes. Já no apoio do banco para os financiamentos para compra de caminhões e ônibus, a fatia do BNDES avançou de 40 para 60 por cento.

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O diretor de planejamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Carlos da Costa, afirmou hoje (11) que a instituição financeira está trabalhando para devolver em 2018 ao Tesouro Nacional os R$130 bilhões esperados pelo Banco Central. A expectativa do banco já considera uma significativa retomada do crescimento da economia. Freitas ressalva que isso só deve ocorrer caso os gastos do BNDES não superem R$ 90 bilhões. Quero reiterar a posição da diretoria e do Conselho de Administração. A redução do fluxo de pagamentos para a União entre julho de 2016 e junho de 2018 é estimada em R$ 44,743 bilhões.

Não custa lembrar: é dinheiro dos contribuintes -nosso-, que o banco estatal recebia do Tesouro para alimentar os "campeões nacionais" de Lula e Dilma Rousseff.

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