Cármen Lúcia vai ter encontro para discutir julgamento de Lula

Oceane Deschanel
Janeiro 13, 2018

Será um verdadeiro pré-carnaval. O presidente afirmou que o pedido será atendido.

A manifestação favorável ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi convocada pelo PT de Maringá para as 9h30 no plenário da Câmara Municipal.

No dia do julgamento, 24 de janeiro, a Justiça Federal não deverá funcionar, e o TRF-4 funcionará só para julgar o recurso do petista.

As atividades têm previsão de voltarem à normalidade no próximo dia 25 de janeiro. "Os manifestantes deram boas-vindas aos servidores, aos funcionários terceirizados e aos magistrados que estão retornando hoje ao trabalho, após o período de recesso do Judiciário", segundo nota postada na página Com Lula em POA, em rede social. O objetivo da decisão é o de acelerar o processo contra Lula.

"Se alguém entender que existe algum impedimento legal para essa inscrição, essa pessoa terá que entrar com pedido de impugnação".

Trump ameaça cortar financiamento aos palestinianos
Por sua vez, dois ministros israelenses comemoraram as declarações do presidente americano. Agora, eles não vêm para a mesa mas pedem apoios.

De acordo com um jurista ouvido pela Reuters, que preferiu não se identificar, a decisão sobre inelegibilidade é um retrato do dia 15 de agosto.

A suspensão leva em conta as medidas que estão sendo adotadas pelos órgãos de segurança pública do Estado do Rio Grande do Sul e pela Polícia Federal para garantir a segurança do público interno e externo durante a realização do julgamento da Apelação Criminal nº 5046512-94.2016.4.04.7000 no dia 24 de janeiro, às 8h30, pela 8ª Turma.

O TRF-4 é responsável pelo julgamento de Lula na segunda instância. O valor, segundo a acusação, refere-se à suposta cessão pela OAS do apartamento tríplex no Guarujá (SP) ao ex-presidente, às reformas feitas pela construtora no imóvel e ao transporte e armazenamento de seu acervo presidencial. As imputações são de corrupções ativa e passiva e de lavagem de dinheiro. No dia, o tribunal vai analisar se mantém a condenação determinada em 1ª instância pelo juiz federal Sérgio Moro. Caso confirmada a condenação no próximo dia 24, o ex-presidente Lula não será preso imediatamente.

Na segunda instância, o Ministério Público Federal (MPF) pediu o aumento da pena do ex-presidente. Se o resultado for dois a um, poderão apelar por meio dos chamados embargos infringentes. Por meio deste recurso o réu pode pedir a prevalência do voto mais favorável. No Twitter ela postou "Perseguição e ativismo político contra Lula dentro do TRF-4!", escreveu.

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