Cantora Marília Mendonça tem parte dos bens bloqueados judicialmente

Judith Bessette
Janeiro 13, 2018

O bloqueio dos bens fez com que a cantora precisasse se pronunciar publicamente para esclarecer tudo que aconteceu com ela, após a decisão judicial determinar que parte dos bens de Marília fossem bloqueados até o fim do julgamento sobre os shows cancelados pela famosa.

A decisão se deu para garantir que os compradores dos ingressos de uma série de shows que aconteceria em fevereiro e março do ano passado, em Araguari, Minas Gerais, tenham os seus devidos ressarcimentos.

O concerto marcado inicialmente para o dia 3 de fevereiro de 2017 precisou ser cancelado devido a fortes chuvas na região. Porém, o evento também não foi realizado na segunda data sob alegação de fortes chuvas.

A determinação foi de autoria do juiz Márcio José Tricote, que responde pela 3ª Vara Cível de Araguari, que condenou a setaneja, além da contratante e da produtora Workshow. O valor foi dividido entre os três réus e, portanto, cada um teve cerca de R$ 33 mil bloqueados.

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Os consumidores que adquiriram ingressos antecipados reclamaram no Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-MG) que não foram ressarcidos do valor pago pelo show.

O Ministério Público de Minas Gerais teria firmado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com os produtores para reembolso em março de 2017, mas o acordo não foi cumprido. A empresa justificou, ainda, que "a responsabilidade de devolução do dinheiro referente aos ingressos é da contratante e que Marília Mendonça e a Workshow não se responsabilizam por terceiros". Caso as partes não entrem em acordo, os bens de Marília Mendonça continuarão bloqueados.

Uma audiência de conciliação está agendada para o dia 18 de janeiro no Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania da cidade mineira.

Segundo informou a assessoria da artista, a cobrança é indevida já que as apresentações foram canceladas "por força da natureza".

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