Chefe yakuza "apanhado" por causa de fotografia das tatuagens

Patrice Gainsbourg
Janeiro 13, 2018

A polícia japonesa desconfiou que seria, afinal, um retirado chefe do gangue Yakuza Kodokai (falcão de um dos maiores grupos Yakuza: o Yamaguchi-gumi), foragido há 14 anos depois de ter assassinado o chefe de um gangue rival.

Shigeharu Shirai, de 72 anos, foi preso na quarta-feira (10) em Lopburi, uma pequena cidade no centro da Tailândia, conhecida pelas centenas de macacos que passeiam por suas ruas.

Depois do crime, fugiu para a Tailândia e casou-se.

O segredo de seu paradeiro parecia bem guardado até que um jornal local publicou uma foto de um homem a jogar às damas na rua, magro e com o corpo cheio de tatuagens e sem um dedo mindinho.

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Na família real britânica não existem páginas oficiais para os seus membros de forma individual, mas sim por núcleos familiares. O quinto na linha de sucessão para o trono e a atriz, conhecida pela série "Suits", anunciaram o noivado em novembro.

As imagens tornaram-se virais nas redes sociais e despertaram a atenção da polícia japonesa, que logo alertou as autoridades da Tailândia.

"[Shigeharu Shirai] não confessou o homicídio mas admitiu que a vítima o ameaçava", explicou o porta-voz da polícia tailandesa, Wirachai Songmetta. Entrou ilegalmente na Tailândia e agora, será extraditado para o Japão.

De acordo com a polícia tailandesa, o gângster era discreto desde a sua chegada ao país, há 13 anos, e recebia dinheiro de um japonês que o visitava duas ou três vezes por ano.

Os yakuza como Shorai sobrevivem através do jogo ilegal, tráfico de droga, prostituição e agiotagem, por exemplo.

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