Espírito Santo, Bahia, Pernambuco e Minas puxam alta da produção da indústria

Patrice Gainsbourg
Janeiro 13, 2018

Já entre as seis regiões com queda na produção, os resultados negativos mais intensos em novembro foram anotados no Amazonas (recuo de 3,7%) e Rio de Janeiro, que, ao cair 2,9%, eliminou parte da expansão de 13,3% acumulada entre agosto e outubro.O Ceará fechou com redução de 2,3%.

Assim como aconteceu em outubro, também em novembro, as indústrias de roupas e de produtos têxteis apresentaram comportamento oposto ao verificado a igual mês de 2016, quando as empresas passaram a produzir mais. Com relação ao crescimento da indústria no acumulado de 2017, frente ao período janeiro/ novembro de 2016, Mato Grosso se mantém acima da média nacional, de 2,3%, e ocupa a quarta colocação entre os estados com maior expansão, com 4,5%. Já no acumulado de 2017, o Amazonas conseguiu crescimento de 3,2%. Segundo o IBGE, dos 24 ramos monitorados, 11 reduziram a produção em novembro, na comparação com outubro.

Os setores de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (10,1%) e de outros equipamentos de transporte (16,7%) exerceram as contribuições positivas mais relevantes sobre o total da indústria, impulsionados, sobretudo, pela maior produção de televisores; e de motocicletas e suas peças e acessórios, respectivamente. Os avanços mais acentuados foram no Espírito Santo (5,8%), com a segunda expansão consecutiva e acumulando nesse período ganho de 7,0%; Bahia (3,5%), eliminando parte da perda de 8,0% acumulada em setembro e outubro; Pernambuco (2,6%), que voltou a crescer após dois meses consecutivos de queda, e Minas Gerais (2,4%), que recuperou parte da redução de 3,4% acumulada entre julho e outubro de 2017.

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Os yakuza como Shorai sobrevivem através do jogo ilegal, tráfico de droga, prostituição e agiotagem, por exemplo. Entrou ilegalmente na Tailândia e agora, será extraditado para o Japão.

Também aumentaram as produções do Rio Grande do Sul (1,4%), Pará (1,1%), São Paulo (0,7%) e Região Nordeste (0,2%).

A Bahia, com queda de 2,7%, teve o recuo mais intenso no índice acumulado no ano, pressionada pela queda nos setores de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis. Também houve avanços acima da média do país no Paraná (4,8%), Goiás (4,6%), Santa Catarina (4,5%), Rio de Janeiro (3,9%), Amazonas (3,2%), São Paulo (3%) e Ceará (2,4%).

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