Chineses pretendem comprar C&A, afirma revista alemã

Judith Bessette
Janeiro 16, 2018

A cadeia de vestuário de origem holandesa C&A estará prestes a ser vendida a um consórcio de investidores chineses.

A C&A tem lojas na Europa, Ásia e América Latina.

Nos últimos anos, a gigante de têxteis tem enfrentado a competição crescente de lojas da internet e a concorrência de redes como a H&M. Na Alemanha, o faturamento da C&A caiu de 3,09 bilhões de euros em 2011 para 2,62 bilhões de euros em 2017.

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O Maisfutebol apurou que os adeptos foram evacuados por as autoridades temerem o ruir da bancada norte do estádio. Ao intervalo, o Estoril vencia por 1-0, com um golo de Eduardo Teixeira, apontado aos 17 minutos.

Sem citar diretamente a venda, a firma diz que "a atual transformação da C&A inclui a investigação de formas de acelerar áreas prioritárias e de alto crescimento, como China, mercados emergentes e digital, o que pode potencialmente envolver parcerias e outros tipos de investimento externo".

Assim, cada região da C&A sondou possibilidades de expansão com "uma série de parceiros, e continuará a fazê-lo, no contexto da estratégia de transformação", afirmou a companhia holding sediada em Zug, Suíça.

Fundada em 1841 pelos irmãos Clemens e August Brenninkmeijer, a C&A emprega aproximadamente 60 mil funcionários em 2 mil filiais no Brasil, Europa, México e China. A Cofra Holding representa os membros da família fundadora Brenninkmeijer, que atualmente possui mais de 1 mil integrantes reúne uma riqueza estimada em 20 bilhões de euros, de acordo com informações da revista alemã. De acordo com a C&A, há cerca de 16 mil trabalhadores empregados na operação brasileira.

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