Selfie ajuda a solucionar crime

Patrice Gainsbourg
Janeiro 19, 2018

Estrangulada com um cinto, Brittney foi achada perto de um aterro em Saskatoon, na província de Saskatchewan. Cheyenne Rose Antoine, de 21 anos, foi condenada a sete anos de prisão pelo homicídio de sua melhor amiga, Brittney Gargol, que tinha 18 anos quando foi morta, em março de 2015. O objeto do crime, como a polícia descobriu, era o mesmo cinto que aparecia em uma selfie da suspeita, publicada no Facebook horas antes do assassinato. Em depoimento à polícia, Cheyenne contou que as duas haviam saído juntas na noite anterior de uma festa em casa para um bar e que Brittney havia deixado o local com um homem não identificado. A versão, no entanto, não batia.

Os policiais começaram, então, a usar as postagens do Facebook para ajudar a reconstituir a movimentação das amigas na noite do crime. Foi aí que perceberam que a publicação de Cheyenne na linha do tempo da amiga na manhã seguinte era uma tentativa de enganá-los.

Pouco depois da morte, Cheyenne publicou uma mensagem na página da amiga para tentar evitar suspeitas: "Onde você está? Espero que tenhas chegado bem a casa".

El dato del Clásico que indignará todavía más a los madridistas
Valverde , en tanto, destacó la actuación del arquero alemán Marc André Ter Stegen, una de las figuras del clásico . Un minuto después el argentino Lionel Messi fue el encargado de sentenciar el 2-0 desde los doce pasos.

Inicialmente, ela foi acusada de assassinato em segundo grau, equivalente ao homicídio doloso no Brasil, quando há intenção de matar.

Antoine foi condenada a sete anos de prisão na última segunda-feira. Ela disse, no entanto, que não se lembrava do que havia acontecido, somente que as duas haviam fumado maconha e iniciado uma discussão acalorada. "Eu nunca me perdoarei". Nada que eu diga ou faça trará ela de volta. "Foi errado e nunca deveria ter acontecido", escreveu Cheyenne em um comunicado lido por Watson no tribunal. Um mês antes do assassinato, Cheyenne havia ido à polícia para denunciar maus-tratos cometidos pelos pais adotivos, e que ela teria sofrido abusos similares no abrigo para crianças no qual viveu.

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