Erdogan renova ameaça de invadir a província curda de Afrin

Patrice Gainsbourg
Janeiro 20, 2018

Ele acrescentou que irá tomar medidas para proteger o país e ameaçou ações "a qualquer momento".

O propósito é colocá-los ao longo da fronteira síria com a Turquia e com o Iraque, e, também, ao longo do Vale do Rio Eufrates - a linha que separa as FDS das forças do Exército Árabe Sírio.

Nurettin Canikli, o ministro da Defesa Nacional da Turquia, afirmou que será lançada uma operação em Afrin contra o PYD, a ramificação no norte da Síria da organização terrorista separatista PKK.

"Os Estados Unidos estabelecendo um aspirante a exército do terror sob o disfarce de uma 'Força da Segurança da Fronteira Síria' equivale a brincar com fogo", disse o vice-primeiro-ministro da Turquia, Bekir Bozdag, em publicação no Twitter.

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A localização do novo escritório ainda não foi definida, mas segundo a empresa, será revelada até o final de 2018. Isso faria o governo ficar com quase US$ 90 bilhões dos US$ 250 bilhões a serem movimentados.

O PKK é qualificado como "terrorista" por Ancara, pelos Estados Unidos e pela União Europeia. Por isso, a Turquia reagiu com veemência ao anúncio no domingo de Washington de criar uma "força fronteiriça" composta em parte pelos combatentes das YPG para "impedir que retornem os extremistas" do grupo Estado Islâmico (EI) ao norte da Síria.

No dia 14 de janeiro, a coalizão internacional, liderada pelos EUA, anunciou a criação das "forças de segurança de fronteira" na Síria.

A intervenção americana aconteceu principalmente na periferia da guerra civil de quase sete anos, que matou centenas de milhares de pessoas e expulsou mais de 11 milhões de suas casas.

O Irã é com a Rússia um dos principais aliados do governo de Damasco, desempenhando um papel importante nas vitórias do regime no país.

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