Amanda Nunes espera fechar luta com Cris Cyborg no UFC 224

Vincent De Villiers
Janeiro 21, 2018

E, ao que parece, aos poucos ela parece mais disposta em aceitar a disputa, embora ainda exista um clara condição imposta por ela. "Se for um grande evento com grandes nomes, pode ser uma grande luta", ressaltou em entrevista para o programa MMA Hour.

- Posso lutar com a Amanda, mas acho que quem é desafiante da minha divisão merece mais.

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A Lusa já vem treinando há dois meses e meio, e comprovou isso em jogadas ensaiadas, como o primeiro gol de Sassá, após escanteio. O zagueiro sentiu um incômodo na panturrilha antes da parada técnica do primeiro tempo, mas permaneceu em campo até o intervalo.

Cyborg já admite lutar contra Amanda, ainda que segundo ela, a baiana não tenha potencial de venda no pay-per-view - plataforma onde são vendidas as principais lutas da organização para os eventos relevantes e onde Nunes teria atingido a marca máxima de 100 mil pacotes -, à exceção de quando bateu Ronda Rousey, que sozinha teria vendido 3 milhões de ppv e no badalado UFC 200. Superluta? Ela não é o McGregor.

- Claro que ela quer essa luta. Ela lutou com a Miesha, no card do Brock Lesnar, e fez pay-per-view. Vamos lutar com a Cybrog? O.K., vamos lutar, mas tem de ser em um grande card. "Respeito ela, porque ela é brasileira, mas me desafiou, então fique pronta porque eu vou te matar no cage", prometeu. Dono do cinturão do Strikeforce, Invicta e agora do UFC, a brasileira, que antes sofria com a falta de rivais dispostas a enfrentá-la, agora sequer tem oponentes da mesma faixa de peso no evento. No entanto, o presidente do Ultimate, Dana White, garantiu que o embate entre as brasileiras seria a 'luta a ser feita'. Esse é o motivo que a levou a inicialmente recusar a proposta para enfrentar Amanda Nunes, compatriota que publicamente declarou a intenção de encará-la. A "Leoa" chegou a vencer a canadense Julia Budd nos penas, mas logo depois subiu para os galos, estreando com derrota para Alexis Davis na nova categoria. Se ela quer fazer a luta, tudo bem, eu tenho lutas para fazer no meu contrato. "Não quero aposentar e ver minha divisão ser tirada porque não tinham garotas", finalizou.

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