Crítica: Cinquenta Tons de Liberdade, de James Foley

Rebecca Barbier
Fevereiro 9, 2018

O golpe final vem com Cinquenta tons de liberdade, filme que estreia neste fim de semana nas telas da cidade.

Apesar desse arranque inicial, os espectadores da trilogia vêm caindo a cada filme e o mercado acredita que o último pode ser o mais fraco de bilheteria.

No entanto, ao contrário do que se esperava, Anastasia (na pele da assustada Dakota Johnson) via no milionário Christian Gray (Jamie Dornan) não apenas um homem pervertido, mas um cavaleiro traumatizado e necessitado de alguém que o amasse, ou mais do que isso, domasse seus demônios.

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O plano de recuperação judicial foi por diversas vezes contestado pela Pharol, acionista de referência da Oi com 27% das ações. Os acionistas elegeram Pedro Zañartu Gubert Moraes Leitão como diretor-presidente, substituindo Eurico de Teles Neto.

Jamie Dornan, de 35 anos, alavancou a carreira ao interpretar o bonitão Christian Grey em 50 Tons de Cinza.

O filme começa com o casamento de Anastasia e Christian e a lua de mel, que é interrompida por um atentado mal explicado de Jack Hyde (Eric Johnson), ex-chefe da atual senhora Grey e dono do estereótipo completo do vilão. Na nova prévia, descobrimos que a trama envolverá a gravidez de Anastasia (Johnson). As tentativas de suspense manobradas por James Foley são inócuas quase sempre, mas não se pode negar que ele se esforça em criar uma química entre Dakota Johnson e Jamie Dornan. Adaptação da última parte da trilogia de E. L. James iniciada em Cinquenta Tons de Cinza (2015).

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