Procuradoria de NY denuncia Harvey Weinstein e produtora

Rebecca Barbier
Fevereiro 12, 2018

Eric Schneiderman, procurador-geral do estado de Nova York, preencheu ação judicial contra a The Weinstein Company, produtora dos irmãos Harvey e Bob Weinstein. Atrizes como Uma Thurman, Gwyneth Paltrow, Angelina Jolie, Rosanna Arquete e Salma Hayek já o acusaram.

Desde outubro, centenas de mulheres acusaram importantes empresários, políticos e personalidades da indústria do entretenimento de abuso sexual, se unindo ao movimento virtual "MeToo", que chama atenção para casos de violência sexual nos Estados Unidos.

"A ação do procurador-geral garante que executivos da empresa e da direção fracassaram repetidamente em proteger funcionários de contínuo assédio sexual, intimidação e discriminação do então presidente Harvey Weinstein", afirma a procuradoria em um comunicado. Outro grupo de funcionários, quase todos mulheres, eram assistentes que tinham que manter o espaço em sua agenda para atividades sexuais e adotar medidas para aumentar sua vida sexual, contactando "Amigos de Harvey" por telefone ou mensagens de texto a seu pedido. Ben Brafman, cujo cliente negou consistentemente todas as acusações de sexo não-consensual com as suas muitas acusadoras, acredita que "uma investigação justa demonstrará que muitas das alegações contra Harvey Weinstein não têm mérito". "Se o objetivo do processo é encorajar uma mudança na indústria cinematográfica, o Sr".

Quincy Jones sai 'atirando' e critica Jackson, Beatles e U2
Desta vez foi Quincy Jones que deu uma entrevista na qual revelou que teve um encontro com Ivanka Trump há 12 anos. Estão ainda fazendo um bom trabalho, segundo os critério de Jones , Bruno Mars, Kendrick Lamar e Ed Sheeran.

Weinstein está sendo investigado pelas polícias dos EUA e do Reino Unido, mas ainda não foi acusado formalmente de nenhum crime. "Mas se o propósito é fazer dele um bode-expiatório, ir-se-á defender de forma vigorosa", acrescenta-se.

Além de Nova York, Weinstein também responde a processos em Londres e Nova York. O processo tem afinal em parte o objectivo de garantir que "qualquer venda da Weinstein Company tem de garantir que as vítimas serão compensadas, [que] os empregados [serão] protegidos doravante e que nem os perpetradores nem os facilitadores sejam injustamente enriquecidos". A decisão do Estado de Nova York acontece quatro meses depois do início das denúncias contra o produtor, objeto de inúmeras acusações de agressões e estupro, mas até o momento o produtor não foi indiciado. O processo deu entrada no Supremo Tribunal de Nova Iorque e para já congelou a operação de venda, que segundo o acordo de aquisição não iriam receber dinheiro pela operação.

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