Temer determina envio de força-tarefa ao Ceará

Patrice Gainsbourg
Fevereiro 19, 2018

De acordo com informações do G1, ao lado do corpo de Gegê do Mangue estava o cadáver de Fabiano Alves de Souza, o Paca, outro bandido da organização criminosa.

"O governo informou que o destacamento será composto por 36 homens, sendo 26 da Polícia Federal e 10 da Força Nacional de Segurança Pública, e será chefiado pelo almirante Alexandre Mota, secretário-adjunto da Secretaria Nacional de Segurança Pública". Ele estava foragido e era procurado pela Justiça do Estado de São Paulo.

Para o Estadão, duas hipóteses principais estão sendo consideradas para o caso. A primeira, apontada por integrantes do Gaeco (Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado) do MP de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, é que a morte de Gegê tenha ocorrido em represália ao assassinato de Edilson Borges Nogueira, o Biroska, que aconteceu em 5 dezembro na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau. O Paca estava entre os seis da facção. Ele possuía funções na Sintonia Final (cúpula do PCC) e foi morto a golpes de estilete.

Rogério Jeremias de Simone era considerado pelo Ministério Público de São Paulo o número 3 na escala de chefia do PCC.

Chevrolet anuncia versão automática mais acessível do Onix
Para baratear em R$ 4.000 o preço do carro, a Chevrolet tirou a central multimídia MyLink e o sistema de concierge online OnStar. Por R$ 53.990 o modelo é o automático mais barato da gama.

O UOL apurou ainda junto a promotores paulistas que a dupla, Gegê e Paca, estaria atuando na fronteira do Brasil com Paraguai e Bolívia, provavelmente em algumas regiões de Mato Grosso do Sul, coordenando ações criminosas como tráfico internacional de drogas e assalto a bancos. Antes da decisão no processo de Presidente Venceslau, a defesa de Gegê já havia conseguido reverter no STF (Supremo Tribunal Federal) a prisão relativa a outra acusação de homicídio, que foi cometido em 2004 na favela do Sapé, no Rio Pequeno, zona oeste de São Paulo. Eles tinham dado as ordens por celular de dentro da cadeia para integrantes da facção matarem dois desafetos do grupo do lado de fora.

Gegê havia sido libertado em fevereiro de 2017, após cumprir pena de dez anos de prisão, poucos dias antes de ser julgado por dois homicídios. Após a sua liberação, ele não se apresentou mais às autoridades e faltou ao próprio julgamento.

A casa de forró era frequentada por membros do Comando Vermelho (CV), disseram um policial militar e moradores do bairro ao G1; o ataque é atribuído pelas mesmas pessoas aos Guardiões do Estado (GDE), uma facção local. Sua prisão preventiva chegou a ser decretada.

Outros relatórios LazerEsportes

Discuta este artigo

SIGA O NOSSO JORNAL