PTB desiste de indicar deputada para ministra do Trabalho do Brasil

Patrice Gainsbourg
Fevereiro 21, 2018

O ex-deputado federal Roberto Jefferson, presidente nacional do PTB, afirmou nesta terça-feira que o partido desistiu da indicação da deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ), sua filha, para o Ministério do Trabalho.

A decisão de desistir da indicação da deputada Cristiane Brasil agora se deve ao fato de que não há perspectivas de que o Supremo Tribunal Federal (STF) julgue o recurso que pretende garantir a posse no ministério, disse a assessoria do partido.

O presidente da sigla, Roberto Jefferson, até insistiu na indicação da filha, mas os próprios correligionários se opuseram depois que Cristiane virou piada em um vídeo feito com amigos. O Diário da Região poderá retirar, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os critérios impostos neste aviso ou que estejam fora do tema proposto. Ele assumiu o cargo em outubro de 2017.

A parlamentar agradeceu o apoio da bancada do PTB, dos seus advogados, de Michel Temer e de seu pai, e disse que irá se dedicar a defender duas bandeiras: "envelhecimento digno para todos e uma justiça focada em mais trabalho para todos os brasileiros".

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Os Citzens somaram 82% de posse de bola na primeira etapa e dominaram as ações ofensivas, chutando 15 vezes em direção ao gol. O City continuava a tentar de tudo para passar a barreira defensiva do Wigan mas sem sucesso.

A cadeira no ministério do Trabalho está vaga desde dezembro do ano passado, quando o então ministro Ronaldo Nogueira pediu demissão.

"Agradecemos ao presidente Michel Temer e aos companheiros do partido pelo apoio e respeito com Cristiane Brasil durante esse período de caça às bruxas", ainda de acordo com o texto. Mas a ida dela para o ministério se tornou uma novela judicial. No dia 8, porém, o juiz federal Leonardo da Costa Couceiro, da 4ª Vara Federal de Niterói (RJ), suspendeu a posse de Cristiane, argumentando que a nomeação desrespeita a moralidade administrativa, pois a deputada já foi condenada pela Justiça do Trabalho.

O governo e a própria deputada recorreram contra o impedimento.

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