Fernando Negrão confiante na eleição como líder na bancada parlamentar do PSD

Patrice Gainsbourg
Fevereiro 22, 2018

Hugo Soares tinha sido eleito líder parlamentar em 19 de julho do ano passado com 85,4% de votos, correspondentes a 76 votos favoráveis, 12 votos brancos e um nulo.

Em declarações aos jornalistas na quarta-feira, Negrão salientou que "acontece com todos os grandes partidos políticos as votações mais variáveis que se possa imaginar" e "aconteceu com grandes líderes parlamentares do PSD".

Ontem afirmou que "nunca esteve nos 50%, eu disse sempre que aguardo os resultados e depois farei a minha leitura pessoal e tirarei as consequências que entender".

Importa saber que ilações Fernando Negrão retirará desta reduzida expressão de apoio dos seus pares e se Rui Rio estará disposto a contar com um líder parlamentar que não conseguiu unir a maior bancada do hemiciclo.

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Antes dele, Luís Montenegro exerceu funções de líder parlamentar do PSD desde junho de 2011, quando foi eleito com 86% dos votos, tendo sido sucessivamente reeleito em outubro de 2013, com 87% dos votos, e em novembro de 2015 com quase 98% dos votos, sempre sem oposição. Foi eleito - é o que consta da ata da votação - com 39,3% dos votos.

Fernando Negrão também comentou os muitos rumores, embora sem esclarecer o que fará se os votos em branco (ou nulos) superarem os votos nele.

O candidato à liderança parlamentar do PSD, Fernando Negrão, justificou hoje a redução do número de vice-presidentes com a necessidade de "criar a coesão necessária" para que o trabalho da bancada social-democrata vá para lá do parlamento. A escolha do deputado que apoiou Santana Lopes nas diretas gerou, nos últimos dias, algum descontentamento na bancada.

Para secretários da direção, Negrão propôs a deputada Clara Marques Mendes, que já ocupava este cargo, bem como os deputados Bruno Coimbra e Manuela Tender.

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