Desemprego no Reino Unido tem avanço inesperado

Rebecca Barbier
Fevereiro 23, 2018

É o número mais alto desde 2008.

Contas feitas, o saldo foi favorável às entradas, mais 90 mil do que as saídas, mas ainda assim, é o valor mais baixo dos últimos cinco anos.

Esse número está bem longe da meta anunciada pela primeira-ministra Theresa May, que prometera reduzir a taxa para abaixo de 100 mil. May também prometeu restringir os direitos de cidadãos europeus no Reino Unido depois do Brexit e conter a migração de países que não fazem parte da UE.

Este entendimento pressupõe, no entanto, a manutenção das obrigações do Reino Unido, entre outras, ao nível da cobrança de receitas da União, do controlo de mercadorias no espaço europeu e da cooperação administrativa com as restantes administrações fiscais. Porém, de acordo com Nicola White, chefe de estatísticas de migração internacional da ONS, a decisão de migrar é complicada e pode ser influenciada por inúmeras razões.

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Se na estreia na Copa do Brasil o Atlético-MG sofreu, a história foi completamente diferente em sua segunda partida. PRIMEIRO TEMPO No início da primeira etapa, o Galo mineiro teve dificuldades para avançar a área do time paraibano.

A UE vem pedindo a May insistentemente que esclareça como vê o relacionamento futuro de seu país com o bloco, mas a premiê, que perdeu sua maioria parlamentar em uma eleição antecipada mal calculada, tem relutado em apresentar muitos detalhes por seu partido estar tão dividido na questão. Cerca de 285 mil pessoas chegaram ao Reino Unido nos 12 meses encerrados em setembro, e apenas 80 mil foram embora.

O grupo de 62 parlamentares de sua sigla exigiu uma abordagem mais dura em uma série de áreas, inclusive o direito britânico de romper com as regras da UE depois da separação e os termos de qualquer período de transição.

O objetivo do governo britânico é que este número da imigração líquida global fique abaixo dos 100 mil.

O estudo, elaborado pela firma de consultoria HLB International entre 561 empresas dos setores do comércio no varejo, da indústria e dos serviços de todo o país, mostrou que metade das empresas escocesas acredita que a situação vai ficar pior depois da saída da UE, em comparação com 46% do resto do país.

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