Desde julho, febre amarela já matou 164 pessoas no Brasil

Judith Bessette
Fevereiro 25, 2018

Durante reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), o ministro da Saúde, Ricardo Barros, apresentou nesta quinta-feira a proposta que deve ser definida com os estados. "Isso é uma proposta que será discutida com as diversas competências: secretários estaduais, OMS e Opas". A estimativa é que cerca de 1,2 milhão de pessoas ainda precisam tomar a dose. Não pode tomar a dose: gestantes, pacientes que tomam imunossupressores, pessoas em tratamento de quimioterapia e radioterapia, pacientes que fazem diálise e hemodiálise, soro positivo HIV (pode tomar a vacina se apresentar relatório do especialista que o acompanha), pacientes que receberam alta nos últimos dois anos de tratamento contra o câncer (podem tomar apresentando a carta do oncologista), portadores de artrite reumatoide, lúpus, doenças neurológicas graves (paciente com crise convulsiva sem controle) e menores de nove meses. Em caso de suspeitas, sobretudo para quem viajou até áreas consideradas de risco, a recomendação é procurar um posto de saúde. O infectologista da Maternidade Pro Matre Paulista, Dr. Lívio Dias, afirma que a antiga orientação das autoridades de saúde era de que a vacina tinha validade de dez anos. "A nova fábrica que poderá produzir mais 4 milhões de vacinas por mês".

"Cotia tem avançado na imunização das pessoas contra a doença e esperamos ter uma boa resposta de quem mora na cidade para este mutirão". A área com menor índice de vacinação é a região metropolitana. Desde o segundo semestre de 2016, Bio-Manguinhos vem trabalhando para viabilizar esse acordo. A expectativa é de que até o início de junho seja iniciado o fornecimento ao Ministério da Saúde. Na época, uma intensa campanha de vacinação foi organizada com o objetivo de imunizar a população que vive em áreas consideradas de risco para o contágio.

A Fiocruz ainda trabalha na conclusão da construção do Complexo Industrial de Biotecnologia em Saúde em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro, que teria capacidade para atender às demandas atuais e futuras de produção da vacina de febre amarela, bem como de outros imunobiológicos. Para este ano, está prevista a compra de mais 48 milhões de doses.

CALMARIA Nos locais de vacinação não há mais filas ou atropelos
CALMARIA Nos locais de vacinação não há mais filas ou atropelos

Chega a 33 o número de mortes por febre amarela no Estado do Rio. em consonância com o último boletim epidemiológico divulgado pela secretaria estadual de Saúde nesta segunda-feira, o município de Angra dos Reis, na Costa Verde, registra o maior número de mortes em decorrência da doença: já são sete óbitos entre os 12 casos confirmados na cidade. Um aumento de 44% em relação ao mesmo período do ano passado, quando 221 pessoas foram vacinadas.

A vacina será administrada em pessoas entre 2 e 59 anos que nunca foram imunizadas contra a doença.

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