63% dos desempregados no Brasil são pretos ou pardos

Oceane Deschanel
Fevereiro 26, 2018

Agora são cerca de 26,4 milhões de brasileiros. Entram nessa avaliação pessoas desempregadas e com jornadas de trabalho inferiores a 40 horas semanais.

APNAD mostra ainda que a indústria em geral empregou no Piauí em 2017, 77 mil pessoas, já os serviços domésticos registraram 82 mil trabalhadores no último trimestre do ano passado, assim como o setor de transporte (35 mil empregados), Alojamento e alimentação (76 mil empregados) e atividades financeiras/imobiliárias (81 mil trabalhadores). Os dados são da PNAD Contínua divulgada nesta sexta-feira (23) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A taxa ficou abaixo dos 23,9% do terceiro trimestre de 2017, mas acima dos 22,2% do quarto trimestre de 2016.

Os estados com menor taxa de desocupação no quarto trimestre de 2017 foram Santa Catarina (6,3%) Mato Grosso do Sul (7,3%), Mato Grosso (7,3%), Rondônia (7,6%) e Rio Grande do Sul (8,0%). Do total nacional, 59,7% estavam no Nordeste (2,6 milhões de pessoas). Entre as unidades da federação, os maiores contingentes estavam na Bahia (663 mil) e Maranhão (410 mil).

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Até o fechamento desta matéria, não há nenhuma atualização do estado de saúde de Jéssica . "Estou me sentindo melhor", respondeu. Em seguida, ela desmaiou e foi levada rapidamente por Lucas ao confessionário para atendimento médico.

Pela primeira vez, a Pnad Contínua traz dados sobre os desalentados, ou seja, aqueles que estavam fora da força de trabalho por uma das seguintes razões: não conseguiam trabalho, ou não tinham experiência, eram muito jovens ou idosos, não encontraram trabalho na localidade - e se tivessem conseguido trabalho, estariam disponíves para assumir a vaga.

A pesquisa verificou um aumento na participação de pretos entre a população desempregada de 2012 a 2017. No 4º trimestre de 2017, o contingente de desalentados foi de 4,3 milhões, o maior da série histórica iniciada em 2012. Em 2012, os pardos representavam 52,4%; seguido dos brancos com 37,5% e dos pretos com 9,6%.

Apenas a Região Norte apresentou expansão do emprego com carteira de trabalho assinada na iniciativa privada.

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