STF quebrou sigilo bancário de investigados em ação contra Temer

Patrice Gainsbourg
Fevereiro 26, 2018

Só Lula mesmo tem processos a jato no Brasil. O pedido foi feito pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge.

O ministro Barroso, que é o relator do caso no Supremo, atendeu a um pedido da PGR feito em 12 de dezembro de 2017. A Corte também pediu extensão do prazo das investigações.

A Polícia Federal (PF) solicitou à Procuradoria-Geral da República (PGR) a quebra dos sigilos fiscal, bancário e telefônico do presidente Michel Temer há dois meses, mas ainda não obteve resposta ao pedido. A informação foi confirmada pela assessoria do órgão, que informou que foram quebrados os sigilos de pessoas físicas e empresas, sem nominá-las. Para o delegado, as medidas- que ele não detalha- são "imprescindíveis" para esclarecer crimes investigados no inquérito.

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O trenó com Sergeeva terminou, na quarta-feira, no 12º lugar na disputa por duplas, depois da retirada da sua amostra que deu positivo.

Em geral, o órgão concorda com a prorrogação pedida pela PF quando o delegado lista as medidas investigativas que deve tomar (como interrogatórios e solicitações de documentos).

A PGR não costuma divulgar dados das investigações, principalmente das que correm sob sigilo na Justiça, mas teve que se manifestar após comentários do delegado Cleyber Malta Lopes, da Polícia Federal (PF), que é o responsável pelo caso. A PGR informou que recebeu o inquérito na quinta-feira (22) e vai analisar o pleito e as diligências que ainda estão pendentes.

Neste domingo (25), o ministro Barroso afirmou em despacho, no âmbito do inquérito, que conversou com o delegado Cleyber Lopes, que lhe assegurou não ter vazado a ninguém informações sigilosas sobre o caso. Loures, o "deputado da mala" da JBS, é suspeito de ter defendido interesses da empresa Rodrimar na elaboração do texto.

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