Matteo Renzi deixa liderança do Partido Democrático após derrota na eleição italiana

Patrice Gainsbourg
Março 6, 2018

Em seu lugar, ficou o chanceler Paolo Gentiloni, também do PD, em um mandato-tampão até as eleições deste domingo.

Na conferência de imprensa dada esta tarde, Renzi afirmou que o Partido Democrático não se coligaria com "extremistas". "É óbvio que devo deixar a liderança do partido".

Como escrevem os meios de comunicação italianos esta manhã, a fratura da esquerda abre uma nova etapa de incerteza no país, sem que nenhuma força partidária tenha obtido a maioria necessária para formar Governo.

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Sem um atacante titular, o técnico escolheu Raniel para ocupar a vaga, deixando Rafael Sobis no banco de reservas. Por outro lado, o goleiro Fábio retorna após ter sido liberado no meio da semana devido ao falecimento do pai.

O próximo líder do Partido Democrático, de Centro-Esquerda, deverá ser escolhido em congresso, numa data ainda a definir. Ele conseguiu se manter como líder do partido para tentar voltar ao poder, mas acabou derrotado novamente. A ala afeta a Matteo Renzi, que foi primeiro-ministro entre 2014 e 2016, opõe-se a uma coligação com o partido de Luigi Di Maio, que precisa de chegar a entendimentos com outros partidos para subir ao governo. Porém, o porta-voz de Matteo Renzi acabou por desmentir a notícia, com um post no Twitter.

O ex-primeiro-ministro italiano apresentou a demissão.

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