Candidato a governador, Doria já critica prefeito de São Paulo

Judith Bessette
Março 7, 2018

O prefeito João Doria (PSDB) se recusou a esclarecer por qual razão assinou um decreto para garantir proteção policial a ex-prefeitos até um ano após o fim do mandato.

Na tarde desta terça-feira (6), em evento oficial da prefeitura na zona leste da cidade, Doria se negou a responder às cinco perguntas feitas pela reportagem sobre o decreto. O prefeito repetiu: "Secretaria de Governo".

A promessa de falar apenas sobre educação, porém, foi quebrada logo em seguida, quando respondeu a duas questões sobre eleições. Nesse sentido, é bastante simples que alguém banque sua própria segurança, contratando os serviços privados. O prefeito ignorou as questões. Na prática, Doria vai dispor de proteção policial prestada pela Polícia Militar durante a corrida eleitoral.

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Eles seguiram por uma estrada interna contornando a pista em direção ao terminal de cargas. O acesso ocorreu pelo Portão 18, que fica próximo ao Jardim Planalto de Viracopos.

O prefeito de São Paulo, João Doria, começou a criticar o prefeito de São Paulo, João Doria. De sua estrutura participam um coronel ou tenente-coronel da PM na condição de chefe; um major, como subchefe; e membros da divisão de planejamento e do Corpo de Segurança Pessoal e Física (Cosepe). Além disso, destaca que ex-presidentes e ex-governadores recebem o benefício. O decreto municipal segue os decretos das esferas federal e estadual.

A segurança garantida por Doria a si mesmo, vale também para sua esposa e filhos.

O decreto estipula também, no Artigo 5º, que "os serviços de segurança do ex-Prefeito, seu cônjuge e filhos ficam limitados ao número máximo de 4 (quatro) policiais militares, podendo o Prefeito, a seu critério, disponibilizar, para essa finalidade, outros integrantes do efetivo da Assessoria Policial-Militar da Prefeitura do Município de São Paulo - APMPMSP". "Ressalte-se ainda que não haverá aumento de efetivo do dispositivo de segurança existente atualmente nem de custos da Prefeitura de São Paulo". Ele saindo o prefeito que assumir vai continuar tendo segurança.

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