Disputa ao Planalto já tem 11 pré-candidatos oficiais; conheça

Patrice Gainsbourg
Março 10, 2018

Para o cientista político Vitor Marchetti, da Universidade Federal do ABC, uma das medidas do que chama de "desestruturação" de sistema político é o número de candidaturas. "Portanto, precisamos de mãos firmes e compromisso para sair dessa arapuca em que um partido, como o PT, colocou nosso país".

Ainda tímido nas pesquisas de intenção de votos, com apenas 1%, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) anunciou ontem (8) sua pré-candidatura ao Planalto, colocando-se como opositor do presidente Michel Temer. Segundo o ministro, a intenção é apoiar um nome de um partido que faça parte da base aliada.

"Especificamente em relação ao Rodrigo Maia, eu só acredito em suas possibilidades eleitorais se ele for o candidato do governo e, a meu ver, ele está procurando se cacifar dentro do governo para ser este candidato".

É certo que o governo terá um candidato à sucessão de Michel Temer.

Responsável pela articulação política do governo, o ministro acrescentou que o Planalto vê a candidatura de Maia com o mesmo respeito que vê a possibilidade de o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, se candidatar.

O governo [VIDEO] Temer, ao longo do tempo, defendeu prioritariamente as reformas da Previdência e trabalhista.

Trump: North Korea seems 'sincere' about ending nuke tests
The United States has repeatedly said that if maximum pressure doesn't work, it would take military actions against North Korea. Pyongyang has since continued its weapons drive, accelerating it after Kim inherited power in 2011 from his father Kim Jong Il.

Carlos Pereira não acredita na vitória do deputado federal Jair Bolsonaro, candidato do PSL e apontado pelos institutos de pesquisas como segundo colocado em cenários que incluem o ex-presidente Luíz Inácio Lula da Silva, do PT.

O Encontro Nacional do Democratas tirou indicativo da candidatura própria do presidente da Câmara Federal, deputado Rodrigo Maia, como candidato a presidência da Republica neste ano e encaminhou também pelo reforço de candidaturas majoritárias em todos os Estados na busca de representação tanto legislativa como Executiva.

Ele lembrou que o PSDB deixou a coalizão governista e que, portanto, um eventual apoio a Geraldo Alckmin está mais distante.

Ainda segundo ele, a única chance de Bolsonaro são as mídias sociais, pelas quais vem conseguindo apoio.

Jayme Campos reafirmou a disposição em disputar um cargo majoritário nas eleições deste ano, apontando que a decisão final sua será discutida com o partido e com a população.

Apesar do divertido otimismo de Rodrigo Maia ao dizer que chegará "com certeza" ao segundo turno da corrida presidencial, o lançamento de seu nome só terá um efeito sobre a disputa por enquanto: a inflação do mercado de alianças partidárias, com a valorização até das siglas mais insignificantes no jogo de barganhas da eleição. "E esse provável impedimento do Lula tem reflexos tanto para os candidatos de esquerda quanto para os de centro-direita", destaca o professor.

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