Partido político das FARC desiste das presidenciais

Patrice Gainsbourg
Março 10, 2018

O líder da Força Alternativa Revolucionária do Comum (Farc), Rodrigo Londoño, o "Timochenko", retirou nesta quinta-feira, 8, sua candidatura à presidência da Colômbia em razão de problemas de saúde.

A FARC manteve-se determinada em participar nas eleições legislativas, apesar de o Congresso da Colômbia ter impedido a realização de "uma reforma político-eleitoral ao regime clientelista, corrupto e mafioso que rege o país", disse Márquez.

Com a retirada de Londoño, as Farc não deverão apresentar um novo candidato para as eleições presidenciais, que serão realizadas no dia 27 de maio.

Londoño, que em 24 de novembro de 2016 assinou o acordo de paz com o presidente colombiano, Juan Manuel Santos, tinha anunciado no final de 2017 que seria o primeiro candidato da antiga guerrilha à presidência, em uma chapa formada com a ativista sindical Imelda Daza.

Operações para retirar navio encalhado no Bugio novamente suspensas
O navio terá tido um corte de energia acabando por ser puxado pela maré para um banco de areia perto do farol. O navio tinha saído do terminal do Beato, em Lisboa, rumo a Casablanca, Marrocos.

Pelo acordo de paz, o partido Farc têm garantidos por dois períodos consecutivos cinco senadores e cinco representantes na Câmara, independentemente do número de votos que obtenham no domingo.

A guerra entre as Farc e o Exército colombiano durou mais de cinco décadas.

"A não participação na disputa presidencial, de maneira direta e com um candidato, não quer dizer que não assumiremos um papel frente aos demais candidatos", ressaltou Márquez, que garantiu que o partido ainda não discutiu a possibilidade de apoiar outros nomes à presidência.

Outros relatórios LazerEsportes

Discuta este artigo

SIGA O NOSSO JORNAL