Militares voltam à Vila Kennedy e dão flores às mulheres

Patrice Gainsbourg
Março 11, 2018

Pelo segundo dia seguido, militares realizam uma operação na comunidade de Vila Kennedy, zona oeste do Rio de Janeiro, na manhã desta quinta-feira (8).

Além disso, haverá reforço do patrulhamento ostensivo e mandados de prisão poderão ser eventualmente cumpridos pela Polícia Civil. Barracas e quiosques instalados na praça Miami, dentro da favela, foram derrubados com escavadeiras.

A nova fase da operação na comunidade prevê a presença diária de cerca de 300 militares.

Telefônica decide não avançar no TAC com a Anatel
Segundo Quadros, com a rejeição dos recursos nesta quinta-feira, a Telefônica agora só pode recorrer dessas multas na Justiça. O assunto foi ainda tema de debate na Câmara e pelo menos duas investigações foram abertas pelo Ministério Público .

O Comando Conjunto alerta que algumas ruas e acessos da comunidade podem ser interditados e setores do espaço aéreo podem ser controlados, com restrições dinâmicas para aeronaves civis. "Não haverá interferência nas operações dos aeroportos", informou o CML em nota. O coronel ressaltou que as mulheres fazem parte das Forças Armadas e atuam, principalmente, em áreas de apoio como médicas, veterinárias e bacharéis em direito, mas que também vão para o trabalho de campo. Segundo a pasta, os estabelecimentos ocupavam irregularmente o local. Além de outras irregularidades no local, havia denúncias de atividades criminosas, tais como venda de drogas e de carga roubada.

No fim da tarde, o prefeito Marcelo Crivella admitiu que houve uso desproporcional de força, determinou o afastamento dos funcionários envolvidos e garantiu o cadastramento dos comerciantes afetados para imediata realocação.

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