Macri pede a Trump que isente a Argentina da taxa do aço

Patrice Gainsbourg
Março 12, 2018

Trump decidiu nesta semana impôr uma tarifa de 25% na importação do aço e de 10% na do alumínio, com o argumento de proteger a indústria americana, o que provocou preocupação em todo o mundo sobre uma possível guerra comercial.

O Presidente Donald Trump promulgou estas medidas, que entrarão em vigor a 23 de Março, isentando apenas o Canadá e o México.

Segundo o MDIC, o governo brasileiro já está em contato com as áreas responsáveis do governo americano para entender como funciona o processo.

Descrevendo o "dumping" - prática de preços mais baixos, penalizadores da economia do país importador - sobre o aço e o alumínio nos Estados Unidos como um "ataque ao nosso país", o Presidente Donald Trump afirmou em conferência de imprensa que o melhor resultado para as empresas será deslocalizarem as suas produções para o seu país.

Avião despenha-se no Irão. Onze mortos
A agência Reuters tentou entrar em contato com o escritório de Basaran, mas não obteve resposta. Ele disse que testes de DNA seriam necessários para identificar os mortos.

Já tinha sido avançado que, em troca de cedências do Canadá e México para a assinatura de um novo Acordo de Comércio Livre da América do Norte (NAFTA), estes dois países poderiam ser isentados das medidas. Também ele pressionou para que o país seja excluído da aplicação das tarifas.

O ministro do Comércio do Japão buscou uma exceção às tarifas dos Estados Unidos sobre as importações de aço e alumínio neste sábado e pediu "comportamento calmo" na disputa que ameaça se transformar em uma guerra comercial. Se eles abandonarem os seus horríveis obstáculos e os seus direitos aduaneiros sobre produtos norte-americanos, nós abandonaremos os nossos.

De Japão e Coreia do Sul a Austrália e Europa e Brasil, autoridades estão fazendo fila para buscar isenção das tarifas. "Se não, nós taxaremos carros, etc. JUSTO!", escreveu o presidente americano.

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