Trump critica relação comercial da UE com EUA

Patrice Gainsbourg
Março 12, 2018

O presidente americano, Donald Trump, concentra os ataques de sua grande ofensiva comercial na União Europeia (UE) e se mostra particularmente ameaçador com o setor automotivo, um símbolo da indústria alemã.

"Mas se isso acontecer, teremos que tomar medidas para proteger os empregos europeus", acrescentou.

Trump fez a declaração em Pittsburgh, em uma área industrial pobre particularmente receptiva às tarifas de importação de aço e alumínio que seu governo acaba de anunciar.

Vários países já vieram criticar a decisão de Donald Trump, alertando para as consequências para o comércio internacional.

Os europeus consideram que a imposição destas tarifas às exportações de ambos os produtos siderúrgicos saídos de todos os países do bloco com destino aos Estados Unidos representará perdas de 2,830 bilhões de euros (3,485 bilhões de dólares).

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Quem trabalhou sob o comando de Roger Machado ensaiou finalizações e depois fez um exercício em campo reduzido. Também existe a possibilidade de Roger preservar Antônio Carlos, Lucas Lima e Borja, que estão pendurados.

Aço, vestuário, calçado, motas, maquilhagem, conhaque, barcos e artigos de manicure e pedicure são alguns dos produtos que podem ser incluídos nas taxas alfandegárias propostas por Bruxelas, segundo a mesma agência.

Os EUA vão começar a aplicar tarifas aduaneiras de 25% às importações de aço e de 10% às de alumínio dentro de 15 dias, com o Canadá e o México excluídos destes pagamentos, anunciou na quinta-feira a Casa Branca.

Este sábado, o representante do Comércio dos Estados Unidos, Robert Lighthizer, e o ministro japonês da Economia, Hiroshige Seko, estiveram reunidos, em Bruxelas, com a comissária europeia responsável pela pasta do Comércio para discutir essa matéria.

A China, maior produtor mundial de aço e alumínio, afirmou neste domingo que defenderá firmemente seus interesses, mas continuará as conversações com Washington para evitar uma guerra comercial desastrosa para o mundo.

Citando pesquisadores chineses, Zhong disse que os EUA estão exagerando seu déficit comercial com a China em cerca de 20% a cada ano.

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