Madrasta confessa morte de menino desaparecido havia 2 semanas na Espanha

Patrice Gainsbourg
Março 13, 2018

Ana Julia Quezada, detida no domingo pela presumível autoria da morte do menino espanhol Gabriel Cruz, esteve esta segunda-feira a ser acompanhada pela Guardia Civil na reconstituição do crime, passando pelos vários locais envolvidos.

O caso do misterioso desaparecimento ficou conhecido depois dos pais da criança terem feito apelos constantes para encontrar o filho, acreditando que o menino poderia estar vivo.

Gabriel Cruz estava desaparecido desde 27 de Fevereiro, altura em que foi visto pela última vez a sair da casa da sua avó paterna para ir ter à casa dos seus primos, para brincar, na aldeia de Las Hortichuelas, província de Almería.

Sobre a personalidade de Ana Julia Quezada, de 43 anos, surgem agora descrições muito pouco abonatórias. Ana Julia Quezada terá alegadamente tomado a decisão de mudar o corpo de sítio, após ter sido encontrada a camisola interior da criança perto do referido poço, pelas equipas de buscas. A mulher acabou por ser detida e tornar-se a principal suspeita pela morte da criança.

De acordo com o El País, a madrasta de Gabriel terá retirado o corpo do menor de um poço, onde terá inicialmente escondido o menino já sem vida.

Avião cai perto do aeroporto de Katmandu, no Nepal
O acidente é o mais recente no montanhoso território do Nepal , que tem um histórico ruim em termos de segurança aérea. A maioria desses acidentes foi atribuída a problemas de inexperiência dos pilotos e de manutenção e gerenciamento.

Seja sempre o primeiro a saber. As autoridades acreditam que agiu sozinha. Ana Julia esteve a "colaborar" com os agentes, segundo a advogada Beatriz Gámez, que garante ainda que a mulher "respondeu às perguntas dos agentes".

As contradições nos testemunhos prestados pela namorada do pai da criança, Ángel David Cruz, já tinham levantado suspeitas. A morte da criança tem estado a causar emoção em Espanha, em particular em Almería, que decretou três dias de luto, e já foi condenada pelo rei.

Os investigadores responsáveis pelo caso decidiram então lançar o isco e a suspeita caiu.

Um juiz permitiu o funeral, mas proibiu a cremação do corpo devido à necessidade de serem realizadas novas perícias forenses.

Estes resultados mais recentes permitiram concluir que a pessoa que assassinou Gabriel lhe tapou o nariz e a boca e que, antes de morrer, o menino foi atingido na cabeça originando um traumatismo cranioencefálico, segundo revelaram fontes judiciais ao mesmo jornal. As autoridades concluíram que se tinha tratado de um acidente.

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