Pesquisa: maioria quer candidato à Presidência sem envolvimento em corrupção

Patrice Gainsbourg
Março 13, 2018

Do total de entrevistados, 1% não quis escolher entre as três opções e 2% não souberam responder. O levantamento entrevistou 2 mil pessoas em 127 municípios sobre qual deve ser a prioridade do próximo presidente da República e quais características a população busca no candidato.

O conteúdo será apresentado na íntegra por meio de textos, infográficos e vídeos com apresentação da pesquisa feita pelo gerente-executivo de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca. Nada menos que 67% concordaram totalmente quando perguntados se " é importante que o candidato acredite em Deus". Entre as características pessoais, a mais citada foi ser honesto e não mentir na campanha.

Já 84% dos entrevistados apontam como característica importante nunca ter se envolvido em qualquer esquema corrupção. Na sequência, aparecem: "ter experiências em assuntos econômicos" (77%), "ter boa formação educacional" (74%), "ter uma boa relação com os movimentos sociais" (71%), "ter experiência profissional de sucesso" (65%), "ter uma boa relação com a Câmara de Deputados e com os senadores" (64%), "ter experiência/trajetória na política" (62%), "ter uma boa relação com os empresários" (57%), "ter trabalhado no setor público" (47%), "ter trabalhado no setor privado" (40%) e "ser militar" (27%).

Após Shadow of the Colossus, Bluepoint Games trabalha em novo remake
Além de Shadow of the Colossus para o PS4, a Bluepoint trabalhou em diversos remakes/remasters, incluindo Gravity Rush Remastered , Metal Gear Solid HD Collection , e outros.

A experiência prévia como prefeito ou governador foi apontada por 72% das pessoas como importante. A maioria dos brasileiros estuda as propostas dos candidatos antes de decidir o voto (84%), mas 75% dizem não acreditar nas promessas de campanha. 48% dos entrevistados disseram não ter preferência por nenhum partido.

Somente quatro partidos tiveram mais de 1% de votos.

A pesquisa mostra que 44% dos eleitores estão pessimistas em relação às eleições. 20% dos entrevistados afirmaram estar "otimistas" com o pleito e outros 22% disseram não estar nem otimistas nem pessimistas. Já os outros 19% citaram a perda de confiança no governo e em candidatos; 16% mencionaram a falta de opções entre os pré-candidatos; e 11% alegaram o fato de serem os mesmos candidatos, sem possibilidade de renovação ou mudança. Sob a ótica das classes sociais, um candidato de família pobre é preferido pelos eleitores. Já 19% afirmaram que preferem votar em um candidato acusado de corrupção, mas que pense como eles. Já entre as razões apontadas para os que se disseram otimistas estão a expectativa de mudança e renovação (32%), a esperança no voto e na participação popular (19%) e o sentimento de melhoras em geral (11%).

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