Professores iniciam greve de quatro dias contra "apagão"

Patrice Gainsbourg
Março 13, 2018

O Governo, representado pela secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, e pela secretária de Estado da Administração e do Emprego Público, Fátima Fonseca, reafirmaram a proposta que já tinha sido apresentada aos sindicatos a 28 de fevereiro e que as estruturas rejeitam: contabilizar apenas cerca de dois anos e 10 meses de tempo de serviço, dos nove anos, quatro meses e dois dias que os professores reclamam.

Os líderes das duas federações sindicais da educação saíram da reunião de hoje a insistir que a proposta da tutela "é inaceitável" e que justifica a greve entre os dias 13 e 16 de março. Na quarta-feira, os professores de Évora, Portalegre, Beja e Faro farão greve.

Na manhã desta terça-feira, registou-se uma adesão entre 60% e 70% da greve dos professores, de acordo com dados da Federação Nacional dos Professores (Fenprof).

Até sempre, Hubert Givenchy
Givenchy começou por trabalhar com nomes como Christian Dior e Elsa Schiaparelli, antes de abrir o seu atelier . Nascido em 1927, Hubert James Taffin de Givenchy era apaixonado pela moda desde muito jovem.

"Dá ideia até de que o Governo o que faz hoje é lançar um desafio aos professores: 'vão lá fazer greve para eu ver se realmente estão insatisfeitos'. Agora, a proposta apresentada pelo ME é de dois anos, nove meses, e 18 dias, não admitindo qualquer margem para aposentações antecipadas, outro dos pontos que ficou acordado no compromisso assumido com os sindicatos a 18 de novembro de 2017".

Recorde-se que, na segunda-feira, sindicatos dos professores e Ministério da Educação não conseguiram chegar a acordo, relativamente à contagem do tempo de descongelamento das carreiras. Hoje a greve é realizada pelos docentes da região da grande Lisboa (Lisboa, Setúbal e Santarém) e da Madeira.

16 de março (sexta-feira) - Região Norte, respeita aos distritos de Porto, Braga, Viana do Castelo, Vila Real e Bragança, e Região Autónoma dos Açores. Na quinta-feira é a vez da paralisação dos professores de Coimbra, Viseu, Aveiro, Leiria, Guarda e Castelo Branco.

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