Google proíbe anúncios a criptomoedas

Judith Bessette
Março 14, 2018

Neste cenário, a plataforma investe em ações específicas para lidar com a questão.

"Melhorar a experiência com publicidade na Internet, seja ao remover anúncios prejudiciais ou intrusivos, vai continuar a ser uma prioridade", diz em comunicado Scott Spencer, o director de publicidade sustentável do Google.

Esta mudança vem juntamente com a publicação do relatório de "anúncios ruins" feito anualmente pela empresa, tendo este documento revelado que mais de 3,2 bilhões de anúncios foram tirados do ar em 2017, por violarem as políticas do Google.

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No entanto, o técnico Unai Emery mantém total confiança de que o internacional brasileiro irá permanecer no Paris Saint-Germain. Por outro lado, o PSG quer a permanência de Neymar.

Atividade maliciosa:Mais de 130 milhões de anúncios que tentaram abusar da rede de anúncios do Google, por meio de atividades mal-intencionadas ou tentando enganar os processos de revisão de anúncios da plataforma foram removidos. A empresa também afirmou que colocou 90 mil sites em sua "lista negra", além de 700 mil aplicativos mobile. Além disso, suspendeu mais de 7 mil contas do Google AdWords com "anúncios que pareciam enganar os utilizadores como se fossem novidades".

A medida vai se tornar completamente efetiva até junho de 2018, de acordo com a empresa. Nos primeiros seis meses de 2017, mais de 11 mil sites foram revistos por violar a política de conteúdos falsos, resultando no bloqueio de 650 deles. À medida que emergem novas ameaças, as políticas são atualizadas ou novas são escritas para proteger usuários e nosso ecossistema.

Foram introduzidas novas tecnologias - chamadas de execução de nível de página - que permitem remover anúncios do Google de mais de 2 milhões de URLs por mês. Assim, com a tecnologia, a empresa é capaz de tomar medidas sobre a maioria das violações antes de pessoas, publishers e anunciantes serem impactados - é possível fazê-lo em escala.

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