Comércio varejista cresce menos de 1% em janeiro

Oceane Deschanel
Março 15, 2018

No comércio varejista ampliado, que inclui também materiais de construção e veículos, o aumento foi ainda maior, de 20,6%, com alta de 42% nas vendas de veículos, motocicletas e peças.

Segundo a Pesquisa Mensal do Comércio, divulgada nesta terça, dia 13 de março, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o volume de vendas do comércio varejista brasileiro cresceu 0,9% entre dezembro de 2017 e janeiro deste ano. Nesse confronto, as projeções variavam de uma expansão de 1,8% a 9,0%, com mediana positiva de 6,60%.

Na comparação com janeiro de 2017 (sem ajuste), o volume de vendas do comércio avançou 3,2%, a 10ª taxa positiva seguida e melhor resultado desde 2014.

As vendas dos supermercados subiram 3,1% em janeiro, na comparação com o mesmo mês de 2017, dando a maior contribuição positiva para o avanço de 3,2% registrado pelo varejo no período, de acordo com os dados do IBGE.

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Anitta quebrou contrato com a K2L, da empresária Kamila Fialho, alegando má administração e pendências financeiras. A ação pede que seja paga uma multa por rescisão contratual e danos morais, no total de R$ 14 milhões.

A alta de 5 dos 8 itens pesquisados pelo IBGE permitiram que o crescimento do varejo fosse consistente no início do ano.

Outros destaques positivos foram Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (3,7%), Tecidos, vestuário e calçados (0,9%) e Livros, jornais, revistas e papelarias (0,3%).

A alta foi beneficiada por hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que subiu 2,3%, junto de artigos de uso pessoal e doméstico (6,8%). Na direção oposta, houve recuo em artigos farmacêuticos, médicos ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-2,5%); móveis e eletrodomésticos (-2,3%); e combustíveis e lubrificantes (-0,3%). As vendas de veículos e motos, partes e peças tiveram avanço de 3,8%, enquanto material de construção registrou declínio de 0,2%. Quanto à importância na composição do índice, o destaque fica com Santa Catarina (15,5%), São Paulo (2,0%) e Rio Grande do Sul (7,2%).

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