Presidenciáveis condenam execução de Marielle

Judith Bessette
Março 17, 2018

O escritório para Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas) chamou de "profundamente chocante" o assassinato da vereadora Marielle Franco, no Rio de Janeiro, e pediu nesta quinta (15) a investigação "minuciosa, transparente e independente" do episódio.

Marielle Franco e seu motorista Anderson Pedro Gomes foram mortos a tiros, no centro do Rio de Janeiro, depois de um evento em apoio às mulheres. O veículo era ocupado por duas pessoas, que dispararam tiros, efetuados por uma arma de calibre 9mm, na direção de Marielle Franco, que estava sentada no banco de trás do carro.

Por volta das 18h30, manifestantes saíram em direção à Candelária, enquanto outro grupo seguiu para a Cinelândia, local de início do ato no começo da tarde, em frente à Câmara do Rio, onde foram velados os corpos de Marielle e do motorista Anderson Gomes. Marielle tinha 38 anos e foi a quinta vereadora mais votada do Rio; seu assassinato, uma provável execução, segundo a polícia, vem motivando manifestações públicas, nas redes sociais e também no exterior.

Convocado por Tite, Filipe Luis sofre grave lesão
Os exames mostram que Filipe Luís sofreu uma fratura da fíbula da perna esquerda, informou o Atlético de Madrid em um comunicado. Filipe foi um dos laterais chamados por Tite para os jogos contra Rússia e Alemanha, nos próximos dias 23 e 27 de março.

O deputado estadual Marcelo Freixo discursou em frente à Assembleia. A cerimônia ocorreu sob gritos e aplausos de políticos, amigos e familiares. 'Quem matou a Marielle tentou matar a possibilidade de uma mulher negra, nascida na Maré, feminista, estar na política. A medida, inédita, foi anunciada pelo presidente Michel Temer (MDB) em 16 de fevereiro, com o apoio do governador Luiz Fernando Pezão, também do MDB.

"Mais um homicídio de um jovem que pode estar entrando para conta da PM". A falta de estrutura atinge em cheio o moral da tropa policial e torna os agentes vítimas da criminalidade. Nesse vácuo, o número de confrontos entre grupos criminosos aumentou.Apesar da escalada de violência no Rio, que atingiu uma taxa de mortes violentas de 40 por 100 mil habitantes no ano passado, há outros estados com patamares ainda piores.

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