Com presença de quatro ex-presidentes, caravana de Lula avança pelo Sul

Eloi Lecerf
Março 20, 2018

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi obrigado a fazer alterações em seu roteiro, na manhã dessa segunda-feira (19), ao enfrentar protestos em sua chegada à cidade de Bagé (RS), ponto de partida de sua caravana pelos estados do Sul do país. Um dos ônibus da comitiva do petista teve os vidros apedrejados, informou o jornal.

Lula vai estar acompanhado da ex-presidente Dilma Rousseff, da presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR) e dos ex-governadores Tarso Genro e Olívio Dutra, além de assessores e parlamentares. Com cavalos, tratores e pixulecos - bonecos de Lula vestidos de presidiários-, produtores rurais e empresários da cidade ficaram concentrados a poucos metros dos militantes petistas que foram até a entrada da Unipampa para assistir ao discurso do ex-presidente na etapa gaúcha da "Caravana Lula pelo Brasil".

A caravana #LulapeloSul segue agora para Santana do Livramento (RS), onde o ex-presidente se encontrará com Pepe Mujica para uma conversa pública sobre política, vida e integração regional. "As mudanças não podem se respaldar em uma figura só". Durante essas viagens, Lula tem defendido o legado de seus governos e ao mesmo tempo se precavido para não violar a legislação eleitoral, que proíbe campanhas antes do prazo entre julho e agosto.

O uruguaio disse ainda que os partidos de esquerda têm que cuidar enormemente da conduta dos que os representam.

Tiroteio deixa feridos em escola de ensino médio de Maryland
Policiais e agentes do FBI e do Departamento de Álcool, Tabaco, Armas e Explosivos foram ao local e participam das investigações. Autoridades locais informaram que houve registro de um tiroteio no estabelecimento.

Vale ressaltar que o ex-presidente da República foi condenado a mais de doze anos e um mês de cadeia em regime fechado, por meio de sentença proferida pelo juiz Sérgio Moro, a partir da primeira instância, em se tratando da décima terceira Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba, no Paraná. "Mas, na luta, não terão Lula eternamente". "Se pregamos por igualdade temos que viver como o povo e não como uma minoria privilegiada", disse ele, antes de seu discurso ser interrompido por uma queda de luz. "Se me deixarem, se for possível, e até quando o partido quiser, serei candidato a presidente".

No encontro, o ex-presidente do Equador, Rafael Correa disse que "há um renascimento da direita conservadora".

Também houve tensão na fronteira.

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